MATO GROSSO

ELEIÇÕES 2026

Pesquisa do IDOC mostra Wellington Fagundes na dianteira pela disputa ao Governo de Mato Grosso em Cuiabá

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O senador Wellington Fagundes (PL) desponta como o nome mais forte na corrida pelo Governo de Mato Grosso, segundo levantamento realizado pelo Instituto IDOC na capital, Cuiabá. A pesquisa, que mediu a intenção de voto dos cuiabanos, revela que Fagundes lidera todos os cenários simulados, incluindo as projeções de segundo turno, consolidando-se como o principal nome da oposição ao grupo político que hoje comanda o Estado.

 

No cenário principal, Fagundes aparece com 22,4% das intenções de voto, seguido de perto por Jayme Campos (União Brasil), com 18,5%, e Otaviano Pivetta (Republicanos), que registra 14,3%. O ex-prefeito Emanuel Pinheiro (PSD) surge em quarto lugar, com 12,7%. Brancos e nulos somam 9,6%, e 22,5% dos entrevistados ainda não decidiram em quem votar. Em outro cenário, o senador amplia a vantagem, chegando a 24,8%, enquanto Pivetta marca 15,2% e Emanuel 13%.

 

Quando o nome da médica Natasha Slhessarenko (PSD) entra na disputa, substituindo Emanuel Pinheiro, Fagundes mantém a liderança com 21,7%, seguido de Jayme (17,2%) e Pivetta (13,3%). Natasha aparece com 6,7%. Já na pesquisa espontânea — em que o eleitor cita o nome de sua preferência sem estímulo — o senador do PL também sai na frente, com 7,3%, seguido por Jayme Campos (4,8%), Pivetta (2,5%) e Mauro Mendes (2%), revelando ainda grande indecisão entre os eleitores da capital.

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Nos cenários de segundo turno, a liderança de Wellington se consolida: ele venceria Jayme Campos por 32,5% a 17,3%, e Pivetta por 32,5% a 16,5%. O estudo também aponta baixo índice de rejeição do senador, de apenas 4%, um dos menores entre os nomes avaliados — bem abaixo de Jayme (19,8%) e Natasha (9,8%).

 

A pesquisa, realizada entre os dias 11 e 15 de outubro com 600 entrevistas presenciais nas cinco regiões de Cuiabá, possui margem de erro de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Os números reforçam a força política de Fagundes na capital e indicam que a disputa pelo comando do Estado em 2026 promete ser acirrada.

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