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Notícia-crime do TSE não intimida o presidente Jair Bolsonaro

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TÔ NEM AI

Antonio Cruz Agência Brasil

O envio de notícia-crime, pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contra o presidente Jair Bolsonaro ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do inquérito das fake news, parece não ter amedrontado o presidente. Nas últimas semanas, o presidente Jair Bolsonaro tem realizado uma série de críticas ao sistema eleitoral e chegou a dizer que “não haverá eleição” com o atual sistema de registro da escolha dos eleitores. “Sem eleições limpas e democráticas, não haverá eleição. Nós mais que exigimos, podem ter certeza, juntos, porque vocês são, de fato o meu exército, o nosso exército, fazer com que a vontade popular seja expressada na contagem pública do voto”, disse Bolsonaro.

CHUMBO TROCADO

Em vez de demonstrar recuo, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar o presidente do Tribunal Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso. Ele disse que o magistrado se opõe ao voto impresso pelo “interesse pessoal” de favorecer a eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo Planalto em 2022. “Eu não estou aqui para criticar Poder nenhum. Mas tiraram o cara (Lula) da cadeia, tornaram ele elegível, para não ser presidente? É improvável. Agora, por que tiraram aquele cara da cadeia, por que o tornaram elegível? Passou na primeira instância, segunda instância, terceira instância. Pelo amor de Deus!”, desabafou Bolsonaro.

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ESCLARECIMENTO

Segundo Bolsonaro, tem algo mais em jogo nas eleições de 2022. “Quem se eleger vai indicar mais dois nomes para o Supremo Tribunal Federal. É muita coisa em jogo. E se, porventura, tivermos desconfiança de fraude? Eu vou recorrer ao Supremo Tribunal Federal, cujo relator deve ser o ministro Barroso?”, questionou o presidente. “Por que o Barroso não fica livre dessa manta de desconfiança e não diz ‘vamos fazer o voto impresso’, de modo que possamos ter a garantia de que em quem o povo votou foi naquela pessoa?”

CPI DA COVID

A CPI da Covid parece não se entender a respeito da quebra de sigilo de supostas empresas de comunicação que teriam espalhado fake news sobre a pandemia. O núcleo de senadores que apura o suposto negacionismo na pandemia catalogou as principais notícias sobre covid e identificou, na semana passada, sites, pessoas físicas, influenciadores e políticos que disseminaram conteúdo. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) afirma que os parlamentares aguardam uma confirmação técnica sobre o assunto. Será mesmo?

UAI SÔ

José Cruz

Como se diz em bom mineirês: uai sô. É que a ministra Rosa Weber, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, deu dez dias para que o presidente Jair Bolsonaro preste informações sobre o bloqueio de jornalistas em seu perfil no Twitter. O despacho publicado neste domingo, 1º, se deu no âmbito de ação em que a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) pede ao Supremo que determine ao chefe do Executivo que debloqueie 65 jornalistas na rede social e se abstenha de efetuar novos bloqueios à profissionais da imprensa, considerando o ‘caráter público’ de sua conta e ‘das informações nela presentes’. Perai, perfil particular tem disso? No meu, bloqueio quem eu quero. Se fosse no da Presidências, tudo bem, né?

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PERA LÁ!

‘Devo, não nego; pagarei assim que puder’, diz o ministro da Economia Paulo Guedes sobre precatórios. Chamado de “meteoro” pelo ministro, valor de precatórios da União corresponde a 93% do Orçamento para 2022. Mesmo assim, o STF quer quye o valor conste no orçamento. Como fazer essa mágica, com uma dívida em torno de R$ 90 bilhões, ultrapassando consideravelmente a previsão do governo. No início da década passada, em 2010 e 2011, o valor dos precatórios estava em torno de R$ 10 bi, portanto, uma dívida antiga. A declaração de Guedes ocorreu durante debate com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, promovido pelo Poder 360.

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