Wellington Bispo Pereira, de 50 anos, morreu durante um confronto com equipes da Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Coxipó da Ponte, em Cuiabá. Apontado pelas investigações como suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas e com ligação a grupos criminosos, ele foi baleado durante uma operação policial e não resistiu aos ferimentos.
Segundo a Polícia Civil, Wellington era investigado por atuar na mercancia de entorpecentes e por possuir uma arma de fogo de calibre restrito. A ação foi realizada por equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), para cumprimento de uma ordem judicial.
Conforme o delegado responsável pela ocorrência, os policiais chegaram ao imóvel e realizaram a abordagem, mas o suspeito teria reagido à ação. Após a troca de tiros, Wellington foi atingido e o óbito foi constatado ainda no local.
“Drogas, o suspeito praticava mercância de entorpecentes e possuía arma de fogo de calibre restrito. Chegando ao local, realmente houve o confronto. Os policiais chegaram, verbalizaram e o suspeito reagiu à abordagem policial. Infelizmente, nós tivemos o óbito do suspeito no local”, afirmou o delegado.
Questionado sobre as pichações com referências ao Comando Vermelho encontradas na região, o delegado explicou que não é possível afirmar que o local seja dominado por uma facção, mas destacou que existem indícios de que Wellington mantinha vínculo com grupos criminosos.
“Não pode afirmar exatamente isso, o que pode afirmar é que especificamente este suspeito há indícios de vinculação dele com grupos criminosos”, declarou.
O histórico criminal de Wellington também chamou atenção durante a investigação. Segundo a Polícia Civil, ele já possuía registros por crimes graves, incluindo participação em uma chacina e em um homicídio, reforçando o histórico de envolvimento com atividades criminosas.
O delegado reforçou ainda a importância das denúncias feitas pela população para auxiliar o trabalho policial. Segundo ele, informações repassadas de forma anônima ajudam na identificação de suspeitos e na investigação de crimes como tráfico de drogas, homicídios e outras práticas ilícitas.
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