Thiago Novaes – RDM Online
O vereador Rodrigo Arruda e Sá (PSDB), que preside a Comissão de Ética da Câmara Municipal de Cuiabá, rebateu a declaração da vereadora Maysa Leão (Republicanos) de que a Comissão de Ética não quis investigar o vereador Paulo Henrique (MDB), preso pela Operação Pubblicare no último dia 19.
“Maysa vem falando bobagem! Ela não entende do que ela está falando. Nunca oficializou a Comissão de Ética pedindo qualquer tipo de esclarecimento durante todo esse tempo. E agora vem querer ser a paladina da moralidade”, comentou o vereador.
Paulo Henrique foi preso pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (FICCO/MT), durante a Operação Pubblicare, segunda fase da Operação Ragnatela, que investiga o envolvimento de servidores públicos em um esquema de lavagem de dinheiro de uma facção criminosa por meio de shows e eventos em casas noturnas.
Sobre a demora no andamento do processo por parte da Comissão, Arruda e Sá esclareceu que antes da prisão não havia indícios suficientes para dar prosseguimento.
“A Polícia Federal, no indício anterior, só tinha feito uma busca e apreensão. O Ministério Público não tinha entrado então com o pedido criminal contra o vereador Paulo Henrique. A câmara não tinha subsídios suficientes para que a gente pudesse tocar o processo adiante. A comissão de ética entendeu conversando com o delegado da Polícia Federal que iria ter outras operações e que a gente teria a necessidade de esperar”, esclareceu ele.


















