A pesquisa do IPCM também destacou que o cenário eleitoral em Mato Grosso para 2026 está muito fragmentado, com vários nomes em disputa, mas sem um claro líder entre os principais concorrentes. Embora Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União Brasil) liderem em intenções de voto, há um número significativo de candidatos com potencial de crescimento, como Max Russi (PSB), Natasha Slhessarenko (PSD), Otaviano Pivetta (Republicanos) e Blairo Maggi (PP), que podem mudar o curso da eleição dependendo das estratégias adotadas.
O estudo revelou que a grande quantidade de indecisos — 58,69% no cenário espontâneo — é um fator que abre espaço para movimentações políticas. Os eleitores ainda não tomaram decisões definitivas, o que indica que, em um momento mais avançado da campanha, pequenos partidos ou figuras menos expressivas podem conseguir crescer ao conquistar os votos não definidos ou insatisfeitos com as opções mais populares.
Esse cenário de fragmentação mostra que, mesmo candidatos com menos visibilidade, como Max Russi (9%) e Natasha Slhessarenko (4,2%), podem ser surpreendentes no decorrer da corrida eleitoral, se conseguirem se consolidar nas regiões em que têm mais força ou através de alianças estratégicas.
Além disso, a pouca rejeição entre os candidatos (ninguém supera 15%) é um indicativo de que as alianças podem ter um papel crucial na formação de uma candidatura forte e competitiva. Isso pode permitir que partidos menores se unam e influenciem as escolhas dos eleitores no decorrer do processo eleitoral.
































