O senador Rodrigo Pacheco tem demonstrado menor disposição para disputar o governo de Minas Gerais nas eleições deste ano. Segundo aliados, o cenário político recente, especialmente após a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), contribuiu para aumentar as incertezas em torno de uma eventual candidatura.
A derrota de Messias no Senado, fato inédito em mais de um século, gerou desconforto nos bastidores políticos. Pacheco havia manifestado apoio público ao indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas a votação secreta alimentou especulações e desconfianças entre integrantes do governo e do PT sobre o posicionamento do senador mineiro.
Antes mesmo do episódio, a candidatura de Pacheco já era tratada com cautela. Lula via no ex-presidente do Senado um nome estratégico para fortalecer seu palanque em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país. No entanto, interlocutores afirmam que o senador ainda avalia se entrará na disputa.
Enquanto isso, o cenário eleitoral em Minas segue indefinido. O senador Cleitinho Azevedo aparece à frente nas pesquisas, embora ainda não tenha confirmado candidatura. Caso Pacheco desista, nomes como Alexandre Kalil surgem como alternativas para o campo aliado ao governo federal. Já a direita também articula seus movimentos para a sucessão estadual.
Da redação com informações do site CNN BRASIL















