Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Justiça nega prisão domiciliar a ré que violou tornozeleira 667 vezes e soma 44 anos de pena em MT

publicidade

A Justiça de Mato Grosso negou o pedido de prisão domiciliar de Thalyta Adassa Alt Fernandes após ela descumprir o monitoramento eletrônico 667 vezes e ser condenada por novos crimes, incluindo um assalto a um açougue em 2024. A decisão foi assinada no último dia 10 pelo desembargador Orlando de Almeida Perri. O g1 informou que tenta localizar a defesa da ré.

Preso em 2023, Thalyta chegou a obter o benefício da prisão domiciliar, mas acumulou 246 violações entre 15 de fevereiro e 8 de maio, outras 306 entre 10 de maio e 7 de agosto e mais 125 de 12 de agosto a 9 de outubro, totalizando 667 infrações. Segundo o magistrado, o caso revela “volume expressivo de descumprimentos”.

Durante o período em que estava em casa, ela foi condenada por novos crimes, entre eles o roubo ao açougue, que causou prejuízo estimado em mais de R$ 10 mil. Conforme relato da proprietária, a ré chegou armada, anunciou o assalto e entregou a arma a um comparsa, que passou a ameaçar as vítimas. A ação foi registrada por câmeras de segurança.

Leia Também:  Homem é encontrado morto em área rural no interior de MT

Ao pedir o restabelecimento da domiciliar, a defesa alegou que ela é mãe de um recém-nascido e de outros filhos menores de 12 anos, sustentando que o regime fechado seria desproporcional e contrário ao melhor interesse da criança. Ao negar o recurso, o desembargador afirmou haver “evidente incompatibilidade entre a postura adotada pela agravante e a manutenção da benesse”.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade