A Justiça manteve preso, durante audiência de custódia, o investigador da Polícia Civil Manoel Batista da Silva, de 52 anos, acusado de estuprar uma mulher que estava detida na Delegacia de Sorriso, a 420 km ao norte de Cuiabá. O caso segue em segredo de Justiça.
A informação foi confirmada pela delegada Laísa Crisóstomo de Paula Leal, responsável pela investigação. Segundo ela, em razão do sigilo judicial, não é possível divulgar outros detalhes sobre o andamento do inquérito.
Manoel Batista foi preso na manhã de domingo (1), após investigação que apurou a ocorrência de crime sexual dentro da unidade policial. A denúncia foi feita há cerca de 50 dias pela vítima, uma mulher de 25 anos que estava presa no local.
Exames periciais confirmaram a presença de material genético do investigador no corpo da vítima. Com base no laudo, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva, que foi cumprida na residência do servidor, no bairro Jardim Aurora, em Sorriso.
Durante a ação, foram recolhidos pertences funcionais, como arma de fogo e munições. A Corregedoria-Geral da Polícia Civil acompanha o caso e informou que aguarda o recebimento dos autos para adoção das medidas legais cabíveis, reforçando que a instituição não tolera desvios de conduta de seus servidores.

















