MATO GROSSO

Juíza mantém prisão de condenados por morte de assessor de deputado em Cuiabá

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A juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve a prisão de Murilo Henrique Araujo de Souza e Richard Estaques Aguiar Silva Conceição, condenados a 17 anos de prisão pela morte do assessor do deputado estadual Wilson Santos (PSD), Wanderley Leandro Nascimento Costa. Os dois foram sentenciados em 1º de abril deste ano e cumprem pena em regime inicial fechado.

Na decisão, assinada em 28 de julho, a magistrada afirmou que não há fatos novos que justifiquem a revogação da prisão e destacou “a gravidade concreta dos delitos, praticados mediante extrema violência, com subsequente ocultação do cadáver, conduta que evidencia maior reprovabilidade e periculosidade social”. Ela também ressaltou que a medida é necessária para garantir a ordem pública e evitar risco de reiteração criminosa.

“Portanto, inexistindo alteração fática que recomende a revogação da prisão, impõe-se a manutenção da custódia preventiva dos réus, garantindo-se, assim, a aplicação da lei penal”, determinou a juíza, reforçando que os dois devem permanecer no regime em que já se encontram até o trânsito em julgado da sentença.

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O crime ocorreu em fevereiro de 2023. Wanderley foi dado como desaparecido no dia 16 daquele mês e, dias depois, seu corpo foi encontrado em um lixão no Cinturão Verde, em Cuiabá, após confissão de Murilo. A vítima foi asfixiada na própria casa, no bairro São João Del Rey, e teve o corpo abandonado na região do bairro Pedra 90.

Além do homicídio duplamente qualificado, Murilo e Richard foram condenados por ocultação de cadáver e furto. Após o assassinato, eles levaram o carro da vítima, uma TV de 70 polegadas, um celular, um notebook e um cartão de crédito.

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