A juíza Helícia Vitti Lourenço, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve a prisão preventiva de Geovanni Mesquita Jesus e negou o pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para prender outros dois investigados, Yuri Leonardo Santos de Almeida e Eduardo Augusto Soares Addor Júnior. O trio é acusado pelo homicídio do motorista de aplicativo Kenio Carlos Orben de Arruda, de 29 anos, morto a tiros em 14 de abril de 2023, no bairro Parque Ohara, na capital.
O corpo da vítima foi encontrado dentro do carro com marcas de disparos. A denúncia do MPMT foi aceita em junho deste ano. Yuri e Eduardo chegaram a ser presos temporariamente, mas estão em liberdade. A defesa de Geovanni pediu a rejeição da denúncia e a revogação da prisão preventiva, alegando falta de provas e nulidades no processo.
A magistrada rejeitou os argumentos da defesa, destacando que a denúncia está amparada por laudos periciais, depoimentos e outros documentos que indicam autoria e materialidade do crime. Ela também descartou a alegação de nulidade do interrogatório por ausência de defesa técnica.
Segundo a decisão, a prisão de Geovanni deve ser mantida para garantir a ordem pública, já que ele possui histórico de crimes graves e violentos. Quanto aos outros dois acusados, a juíza entendeu que não há novos elementos que justifiquem a prisão preventiva. Assim, Geovanni segue preso à espera de julgamento.































