MATO GROSSO

RACHA POLÍTICO

Jayme rompe o silêncio, fala em traição e declara apoio a Wellington e Janaina

Foto: Fatos MT

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O senador Jayme Campos (União Brasil) fez um duro desabafo ao explicar por que decidiu apoiar a candidatura de Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso e de Janaina Riva (MDB) ao Senado. Em tom firme, o parlamentar afirmou que foi alvo de uma traição dentro do próprio partido, situação que, segundo ele, pesou na decisão de seguir um caminho diferente na disputa eleitoral.

 

Durante o pronunciamento, Jayme deixou claro que não pretende recuar diante do novo cenário político e garantiu que continuará atuando de forma ativa na campanha dos candidatos que escolheu apoiar. O senador ressaltou que sua trajetória sempre foi marcada pela independência e pela disposição para enfrentar desafios.

 

“Sou guerreiro, não me curvo para ninguém, não fico de joelhos e muito menos acuado. Estarei aqui.”

 

Na sequência, o parlamentar reforçou que estará na linha de frente da campanha e declarou apoio explícito às candidaturas de Wellington Fagundes ao Governo do Estado e de Janaina Riva ao Senado, afirmando que pretende participar intensamente da mobilização eleitoral.

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“Estarei na trincheira, defendendo essas duas candidaturas que estão colocadas. Já escolhi: Wellington Fagundes para o Governo de Mato Grosso.”

 

Ao justificar o rompimento político, Jayme afirmou que se sentiu traído dentro da legenda que ajudou a consolidar ao longo de décadas. Segundo ele, decisões internas acabaram sendo influenciadas por interesses que, em sua avaliação, se sobrepuseram à vontade da população mato-grossense.

 

“Infelizmente, fui traído dentro do meu partido político, um partido que ajudei a construir desde a década de 1990. O poder do Estado e o poder econômico prevaleceram acima da vontade do povo mato-grossense.”

 

As declarações evidenciam o clima de divisão nos bastidores da política estadual e reforçam o reposicionamento de Jayme Campos no tabuleiro eleitoral. O apoio do senador amplia o peso político da candidatura de Wellington Fagundes e acirra a disputa pelo comando do Palácio Paiaguás, em uma eleição que promete ser marcada por alianças, rupturas e confrontos entre antigos aliados.

 

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