Rafael Henrique Gonçalves Poloni foi condenado a 16 anos de reclusão pela morte do próprio primo, Felipe Gonçalves da Silva, assassinado com um tiro na cabeça em 1º de dezembro de 2017, no bairro Carrapicho, em Várzea Grande. O réu não poderá recorrer em liberdade.
De acordo com a sentença do tribunal do júri, a autoria do crime foi reconhecida por maioria, apontando motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foi confirmada a prática de porte ilegal de arma de fogo. Segundo os autos, Rafael teria armado uma emboscada por ciúmes, após suspeitar que o primo tentava seduzir sua companheira.
A investigação revelou que Rafael criou um perfil falso em rede social para atrair a vítima até a rua Principal, próxima à Escola Antônio Lino de Campos, onde cometeu o homicídio. A denúncia foi formalmente aceita em junho de 2022, quase cinco anos após o crime.
Durante o julgamento, o Ministério Público pediu a condenação e a fixação de indenização à família de Felipe, que era o principal provedor da casa e deixou um filho menor de idade. A defesa tentou desqualificar o homicídio e negar o porte ilegal da arma, mas os pedidos foram negados.






























