Santa Catarina vive um daqueles dias em que o noticiário mistura poder, ética e descrédito.
O Detran-SC mergulha em denúncias pesadas, partidos retomam espaço na mídia, e o debate urbano em Florianópolis mostra como até prédios se tornam trincheiras políticas.
Por trás de cada manchete, a pergunta segue: quem assume o custo da omissão?
Escândalo no Detran-SC: rachadinhas, assédio e sumiço de veículos
O órgão de trânsito catarinense virou o epicentro de uma crise institucional.
Denúncias de rachadinha, assédio e desaparecimento de veículos apreendidos expuseram uma rede que atinge servidores e nomes ligados ao alto escalão do governo.
O caso, revelado por portais independentes, exige mais que nota oficial: precisa de investigação real, transparência e consequência.
Porque o dano à confiança pública é maior do que qualquer carro desaparecido.
Partidos voltam à TV e ao rádio: ensaio para 2026
O PT, PDT, PCdoB e UNIÃO retomam nesta semana o horário gratuito de propaganda partidária em Santa Catarina.
Mesmo fora do período eleitoral, os programas são o termômetro político — discursos ensaiados, imagens polidas e promessas calibradas.
A corrida por narrativa já começou, e quem entende comunicação sabe: em política, quem fala primeiro, enquadra o debate.
TRE-SC lança campanha contra desinformação
Sob o lema “Desinformação é coisa do passado”, o Tribunal Regional Eleitoral iniciou uma ofensiva educativa contra fake news.
Vídeos, guias e ações de conscientização reforçam o alerta: a próxima eleição será tão limpa quanto o nível de consciência de quem vota.
A disputa digital não é mais por voto — é por verdade.
Florianópolis e a disputa pela antiga rodoviária
Na Câmara de Florianópolis, vereadores cobram ação do Ministério Público para proteger a antiga rodoviária.
O caso ultrapassa o tema urbanístico: é um embate político sobre memória, ocupação e futuro da cidade.
Enquanto isso, a população observa — entre o saudosismo e o cansaço com debates que raramente saem do papel.
EM RESUMO:
Santa Catarina assiste a uma sequência de fatos que testam a seriedade das instituições.
Entre escândalos, propagandas e campanhas, o grande desafio não é anunciar mais — é agir com coerência e prestar contas.
Porque, no fim, a confiança pública não se reconquista com marketing. Se conquista com verdade.


















