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Empregos em alta, instabilidade no litoral e bastidores que incomodam: SC acorda em transição

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Santa Catarina inicia novembro com sinais promissores e alertas que ainda não se dissiparam.
O mercado de trabalho registra avanço, mas o litoral permanece sob instabilidade e os bastidores do poder revelam fissuras que não cabe mais ignorar.
Hoje, o teste do estado não será só produzir ou resistir — será acompanhar. A vantagem está em saber o que fazer com o momento.

Emprego cresce: mais de 8,6 mil vagas intermediadas pelo Sine-SC

O Sine SC já ajudou 8.670 trabalhadores entre janeiro e outubro de 2025 a serem contratados em Santa Catarina. 
O número mostra que a intermediação e feirões de emprego seguem cumprindo papel relevante.
Mas o desafio está em manter esse ritmo e converter vagas em bons salários, qualificação e estabilidade — não apenas em números de contratações.

Clima em alerta: instabilidade com risco no litoral e Oeste

A previsão do tempo para hoje aponta instabilidade com predomínio de nuvens e chuva, principalmente no Oeste e Sul catarinense, além de risco de temporais isolados. 

No litoral, o impacto é maior: drenagem urbana, encostas e mobilidade ficam vulneráveis.
Se o estado se prepara para o verão, precisa também se preparar para o “não-verão” — dias em que o clima obriga atenção.

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Bastidores que incomodam: crise no bolsonarismo de SC e impasse no PL local

À medida que as articulações políticas para 2026 ganham força, cresce o desconforto interno entre as lideranças do Partido Liberal em Santa Catarina — o que revela fissuras e aponta para disputas de poder não resolvidas. 

Os partidos percebem: enfrentar a sucessão estadual ou federar-se para reeleição exige saber quem comanda, quem apoia e quem espera. E o eleitor está de olho.

EM RESUMO:

Hoje, Santa Catarina mostra vontade de reagir — mais empregos, articulações fortes, clima que obriga atenção.

Mas reação sem estratégia vira tempestade. Contratações sem qualificação viram vulnerabilidade. Instabilidade climática sem investimento vira crise. Partido forte sem coesão vira disputa interna.

O estado que quer liderar precisa agir como tal — não apenas reagir ao que aparece.

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