O líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dilmar Dal Bosco (União Brasil), defendeu que a base política responsável pela reeleição do governador Mauro Mendes (União) em 2022 se mantenha unida para as eleições de 2026. Em entrevista nesta semana, o parlamentar destacou que sua principal preocupação é evitar o rompimento da aliança. “Eu tô buscando, como sempre falei nas minhas entrevistas, é de não rachar o grupo”, disse.
A coligação “Mato Grosso Avançando, Sua Vida Melhorando”, que reelegeu Mendes, envolveu oito siglas: PSDB/Cidadania, União Brasil, Podemos, Republicanos, PL, MDB, PSB e PROS. No entanto, o cenário atual indica que cada partido deverá seguir com projetos próprios, tanto para o governo estadual quanto para o Senado.
Nos bastidores, o União Brasil avalia lançar o senador Jayme Campos ao governo, enquanto o Republicanos aposta no nome do vice-governador Otaviano Pivetta. O PL, por sua vez, deve apoiar a candidatura do senador Wellington Fagundes ao Executivo estadual.
Para o Senado, o MDB já articula a candidatura da deputada estadual Janaina Riva. Diante desse quadro de fragmentação, Dilmar tem atuado como articulador, tentando manter o bloco governista minimamente alinhado.
“Temos muita coisa para trabalhar, costurar, para ver como que faz”, afirmou. Segundo ele, as conversas com lideranças do Republicanos, PSDB, PSB, MDB e União Brasil buscam “achar um equilíbrio” entre os interesses majoritários e as composições proporcionais para deputado federal e estadual.































