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“Deputada Coronel Fernanda enquadra empresário da máfia do INSS e cita até 27 anos de prisão”

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A sessão da CPMI do INSS desta segunda-feira (22) foi marcada por momentos de alta tensão. O empresário Rubens Oliveira Costa, preso em flagrante e citado como peça-chave nas engrenagens do esquema de descontos ilegais em aposentadorias e pensões, acabou sendo o centro das atenções. Ligado ao controverso “Careca do INSS”, Rubens carregava a imagem de facilitador de um dos maiores escândalos do setor previdenciário.

No plenário, a deputada federal Coronel Fernanda (PL) fez questão de expor, de forma dura e direta, as suspeitas que pairam sobre o empresário. Durante sua fala, ela destacou uma lista de crimes que, segundo ela, não poderiam ser ignorados: falsidade ideológica, falso testemunho, lavagem de dinheiro, associação criminosa e estelionato contra a administração pública.

A postura firme da parlamentar deixou claro o tom da investigação: a CPMI não pretende aliviar a responsabilidade de quem, mesmo nos bastidores, teria lucrado às custas da fragilidade de aposentados e pensionistas.

Durante a CPMI do INSS, a deputada federal Coronel Fernanda (PL) expôs uma lista de crimes atribuídos ao empresário Rubens Oliveira Costa, que podem resultar em até 27 anos de prisão e multa. “O senhor já se enquadra nos crimes de falsidade ideológica […] lavagem de dinheiro […] associação criminosa […] estelionato contra a administração pública, podendo aumentar em razão do prejuízo. E o prejuízo causado ao povo brasileiro já passa de quase R$ 100 bilhões”, declarou a parlamentar.

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Rubens se recusou a assinar o termo de compromisso de dizer a verdade e chegou a apresentar declarações falsas durante a oitiva. A deputada então questionou se ele realmente estava disposto a se sacrificar para proteger o “Careca do INSS”. O empresário respondeu apenas com um breve “não”.

Em seguida, Coronel Fernanda insistiu: “O senhor ainda vai continuar protegendo o seu Papai Noel? […] Vale a pena isso?”. Ela pediu que Rubens colaborasse com a investigação: “Nos ajude a te ajudar”. Após o depoimento, ele acabou preso pela Polícia Legislativa, mas foi liberado horas depois mediante pagamento de fiança.

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