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Ato Público em Cuiabá convoca servidores por justiça salarial e contra a reforma administrativa

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O Sindicato dos Servidores Públicos da Carreira dos Profissionais do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (SINTEMA-MT), em parceria com o Movimento Sindical Unificado, confirma participação no Ato Público Estadual Unificado, que será realizado na próxima segunda-feira (27), às 13h30, na Praça Ipiranga, em Cuiabá. A mobilização cobra justiça salarial com pagamento imediato dos passivos do RGA de 19,52% e um ato contra a proposta de reforma administrativa (PEC 32/2020).

A manifestação reunirá diversas categorias do serviço público estadual. O objetivo é exigir do governo estadual uma resposta concreta sobre a recomposição das perdas salariais acumuladas e alertar a população sobre os riscos da PEC 32 para o futuro do serviço público.

A defasagem salarial de 19,52% representa um acúmulo de perdas históricas ainda sem proposta de quitação pelo governo do estado. Além disso, a proposta de reforma administrativa ameaça direitos essenciais como a estabilidade, a paridade entre ativos e aposentados, e pode fragilizar o serviço público, afetando diretamente a qualidade do atendimento à população.

O SINTEMA-MT destaca que a mobilização do dia 27 antecipa a Marcha Nacional a Brasília, na próxima quarta-feira (29), quando servidores de todo o país se unirão em uma grande manifestação contra a reforma administrativa, com concentração a partir das 9h no Museu da República, seguindo até o Congresso Nacional.

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A proposta de reforma é considerada um ataque direto ao serviço público, permitindo contratações temporárias em larga escala, perseguições com avaliações subjetivas de desempenho, centraliza decisões em Brasília e desrespeita o pacto federativo, comprometendo a autonomia de estados e municípios.

Além disso, a reforma impõe cortes de direitos históricos, como férias, limitações ao teletrabalho e o fim da estabilidade, ferramenta essencial para garantir políticas públicas contínuas e protegidas de interferências políticas.

O Sindicato avalia que a proposta fragiliza as carreiras públicas e torna o serviço público mais vulnerável a interesses políticos e econômicos. Por isso, reforça a importância da participação da categoria em todas as frentes de mobilização.

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