MATO GROSSO

ALMT avalia validade de pedidos de retirada de assinatura de CPI da Saúde

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aguarda parecer da Procuradoria Legislativa sobre pedidos de retirada de assinaturas do requerimento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga supostas irregularidades na saúde durante a pandemia. O líder do governo, Dilmar dal Bosco (União), questionou a validade das solicitações, afirmando que o objeto da CPI é antigo e que assinaturas coletadas em 2023 não poderiam ser reaproveitadas.

A controvérsia envolve os deputados Dr. João (MDB), Juca do Guaraná (MDB) e Chico Guarnieri (PRD), que pediram a exclusão de seus nomes após a publicação do requerimento. A CPI tem relação com fatos ligados à Operação Espelho, conduzida pela Polícia Civil, e busca apurar possíveis irregularidades na gestão da saúde estadual.

Dal Bosco afirmou que, embora o regimento permita a criação de CPI com oito assinaturas, é necessário analisar a origem do documento. Ele ressaltou que não faria sentido instaurar comissão para enviar ao Ministério Público fatos já investigados e criticou o uso de assinaturas antigas sem nova consulta aos deputados, sugerindo que a reapresentação do requerimento pode ter ocorrido com “má-fé”.

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A decisão final caberá ao presidente da ALMT, Max Russi (PSB), que aguarda o parecer técnico da Procuradoria antes de se posicionar sobre a validade das retiradas. Regimentalmente, a exclusão de assinatura é permitida apenas até a leitura do requerimento em plenário; após isso, a CPI é considerada consolidada.

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