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Aliados de Lula e Flávio travam guerra digital

Montagem: Metrópoles

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PL faz “flaviômetro” para divulgar apoio de políticos e PT engaja canal de Janones

 

Aliados dos candidatos à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), têm adotado diferentes estratégias em uma guerra digital para disseminar conteúdos e pedir votos para o segundo turno.

 

O “Exército do Lula”, no entanto, foi derrubado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) após não seguir regras impostas pela Justiça Eleitoral. A expectativa de Janones é retomar o canal uma vez que a campanha de Lula já fez o registro oficial.

 

Na manhã desta terça-feira (14), o canal aparece como “fechado” no Brasil. Governistas abastecem, ao mesmo tempo, o “canal do Lula”, que tem 1,5 milhão de seguidores e usando o modelo adotado por Janones também distribui missões de compartilhamento aos seguidores.

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Enquanto isso, o PL tem a “Tropa do Flávio“, um canal no WhatsApp com 1,6 milhão de inscritos. Nas publicações, são disseminados vídeos de Flávio, recortes de propostas e conteúdos críticos a Lula.

 

O PL também aposta em um “Flaviômetro” para medir a interação de integrantes do partido e de aliados pela campanha de Flávio. A ferramenta, que pode ser acessada pela web, mapeia o engajamento de quem foi eleito para o congresso em 2027, de senadores que já tinham mandato e de 512 prefeitos.

 

A plataforma, no ar desde o último dia 8 de outubro, faz postagens dos políticos e cria um ranking que elenca quem mais citou Flávio, quem pediu voto e quem posta mais vídeos. Postagens somente com conteúdos sobre Lula ou PT não são levadas em consideração.

 

O ranking da manhã desta terça-feira (14) tem o deputado federal eleito, Jeffrey Chiquini (Novo-PR) como o líder de engajamento. O senador eleito, Gustavo Gayer (PL-GO), a deputada estadual eleita, Eduarda Campopiano (PL-SP), o senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparecem nas posições seguintes.

Por Isabel Mega / CNN Brasil

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