O homem morto durante confronto com policiais civis, identificado como Wellington Bispo Pereira, de 50 anos possuía um extenso histórico criminal e era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas. Segundo as investigações da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) e da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), há indícios de que o suspeito mantinha ligação com o Comando Vermelho (CV), facção criminosa que atua em Mato Grosso.
De acordo com as primeiras informações, Wellington comercializava entorpecentes e mantinha em sua posse uma arma de fogo de calibre restrito. Durante o cumprimento da ação policial, os agentes foram até o imóvel onde ele estava, realizaram a abordagem e deram ordem para que se rendesse. Conforme a autoridade, o suspeito reagiu, dando início ao confronto que terminou com sua morte ainda no local.
Questionado sobre as pichações com a sigla “CV” espalhadas pela região onde ocorreu a operação, o delegado evitou afirmar que o bairro seja dominado pela facção. No entanto, destacou que, em relação a Wellington Bispo Pereira, existem indícios concretos de vínculo com organização criminosa.
A ficha criminal do suspeito também chamou a atenção dos investigadores. Conforme o delegado, Wellington já havia sido apontado como participante de uma chacina e também possuía registro de envolvimento em um homicídio, antecedentes que reforçavam seu histórico de violência.
Ao comentar a operação, o delegado reforçou a importância da colaboração da população no combate ao crime organizado. Segundo ele, denúncias anônimas são fundamentais para identificar pontos de tráfico, integrantes de facções e outros crimes, permitindo que a Polícia Civil desenvolva investigações e realize ações para retirar criminosos de circulação.
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