MATO GROSSO

ATAQUE DIRETO

Daniel Monteiro questiona força de Fagundes e minimiza apoio de Flávio Bolsonaro

Foto: UnicaNews

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Em meio ao ano eleitoral em Mato Grosso, o vereador Daniel Monteiro (Republicanos) elevou o tom e fez duras críticas ao senador Wellington Fagundes (PL), ao mesmo tempo em que reforçou apoio à pré-candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

 

Durante entrevista na Câmara de Cuiabá, nesta terça-feira (28), Monteiro questionou diretamente a capacidade política do senador e não poupou palavras. “A gente sabe que ele não deu conta de ser prefeito da cidade dele, não deu conta de ser prefeito de Rondonópolis, que é onde o povo conhece ele. Vão colocar ele para governar? O candidato do Republicanos é diferente. Ele começou a vida pública na cidade e em Lucas do Rio Verde foi prefeito três vezes”, disparou.

 

O vereador também minimizou o impacto do apoio do senador Flávio Bolsonaro (PL) à possível candidatura de Fagundes, sugerindo que a aliança tem mais ligação partidária do que reconhecimento político.

 

“Não é porque o Wellington Fagundes hoje se agarrou no Flávio Bolsonaro, porque teve a sorte de o Bolsonaro migrar para o PL, que ele tem que ser o candidato da direita aqui no estado. Então, pouco me importa se o Flávio Bolsonaro vai apoiar ou não. A gente sabe quem ele é, a gente sabe qual é a trajetória política dele”, afirmou.

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Monteiro ainda ironizou o cenário ao questionar a legitimidade do apoio. “Agora vai ser governador porque está agarrado na perna de Flávio Bolsonaro? […] Aqui, se ele está apoiando o Wellington, é porque desconhece ou porque são do mesmo partido e precisa apoiar por fidelidade partidária”, pontuou.

 

Por fim, o vereador reforçou sua defesa a Pivetta e provocou o adversário ao comparar trajetórias. “Meu candidato é o Otaviano Pivetta porque, como ele mesmo diz, é a direita de resultados. Qual foi a lei importante que o senador Wellington Fagundes aprovou para o estado de Mato Grosso ou para o país? O que ele fez? A senadora Margareth Buzetti ficou dois anos no Senado e aprovou o pacote antifeminicídio”, concluiu.

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