Servidores municipais de Florianópolis iniciaram greve nesta quinta-feira (23), provocando impacto em serviços públicos, principalmente nas áreas de saúde e educação. A paralisação atinge a segunda cidade mais populosa do estado, com cerca de 537 mil moradores.
A categoria reivindica melhores condições de trabalho e afirma que a prefeitura não atendeu às demandas durante as negociações. Até o início da manhã, não havia balanço oficial sobre o número de serviços afetados.
Em unidades da capital, já foram registrados reflexos da greve. Em uma escola infantil no centro, apenas duas salas funcionavam, enquanto em um centro de saúde moradores relataram dificuldade para atendimento, incluindo vacinação.
O movimento é organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis, que aponta déficit de pessoal, problemas estruturais e falta de materiais como principais causas da paralisação.
A prefeitura informou que mantém diálogo com a categoria e destacou que vem cumprindo acordos, como reajuste salarial com base no INPC e compromissos do plano de carreira, além de atuar para minimizar impactos nos serviços essenciais.





























