A poucos dias do prazo de desincompatibilização para as eleições de 2026, o governador de Mauro Mendes intensificou o discurso em defesa da própria gestão e afirmou que os resultados obtidos nos últimos sete anos são “inquestionáveis”. O prazo eleitoral, que termina em 4 de abril, pressiona articulações políticas sobre a sucessão no comando do Palácio Paiaguás, em Mato Grosso.
Em tom de defesa do legado administrativo, Mendes afirmou: “Podemos desafiar qualquer um a colocar resultados na mesa. Ou a pessoa é cega ou não quer enxergar”.
O governador citou avanços principalmente nas áreas de saúde, infraestrutura, educação e segurança pública. Segundo ele, o estado ampliou a rede hospitalar, passando de sete unidades para a construção de outras sete, com duas já em funcionamento e uma terceira prevista para entrega nos próximos dias, além de investimentos em rodovias e obras estruturantes.
“É inquestionável que nesses últimos sete anos, o governo do estado de Mato Grosso, deu resultados robustos. Ou alguém é cego ou não quer enxergar. Então, é muito tranquilo colocar isso na mesa e dizer, olha, esse modelo que nós temos aí, esse modelo que eu, particularmente como cidadão, gostaria que continuasse no estado de Mato Grosso”, afirmou.
Na sequência, Mendes voltou a defender a continuidade de seu grupo político e citou o vice-governador Otaviano Pivetta como nome capaz de dar sequência ao projeto. “Olha, o Piveta, ele tem toda a capacidade de construir um projeto. Ele está fazendo isso. Eu respeito o espaço dele. Dialogo com ele em muitos momentos. É um político que se alinha aí no centro, no campo chamado político centro-direita, mas muito mais do que campo político direito-esquerdo, somos focados em dar resultado, melhorar a vida das pessoas”, disse.


































