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CPI do INSS vota 87 pedidos e analisa quebra de sigilo de Lulinha

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A CPI Mista do INSS se reúne nesta quinta-feira (26), às 9h, para votar 87 requerimentos, incluindo pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em seguida, os parlamentares ouvem o empresário Paulo Camisotti, o deputado estadual Edson Araújo (MA) e o advogado Cecílio Galvão. Será a 32ª reunião do colegiado, que investiga fraudes na concessão de benefícios previdenciários.

O pedido de quebra de sigilo de Lulinha foi apresentado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). Segundo ele, mensagens interceptadas indicariam que um pagamento de R$ 300 mil à empresa de Roberta Luchsinger teria como destinatário “o filho do rapaz”, o que, na avaliação do parlamentar, poderia se referir ao filho do presidente. O relator também cita repasses de R$ 1,5 milhão entre empresas que, segundo ele, não teriam lastro econômico compatível.

Entre os depoentes, Paulo Camisotti é investigado por suposta participação em esquema de descontos não autorizados em benefícios do INSS. Já Edson Araújo é citado em apurações da Polícia Federal sobre movimentações financeiras ligadas a entidade de trabalhadores da pesca no Maranhão. Cecílio Galvão, por sua vez, teria recebido cerca de R$ 4 milhões de entidades investigadas por fraude, segundo a comissão.

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A pauta inclui ainda pedidos de quebra de sigilo de empresas e instituições financeiras suspeitas de irregularidades em consignados, além da convocação da diretora de Tecnologia da Informação do INSS, Léa Bressy Amorim, apontada como responsável pela governança e segurança dos sistemas da autarquia.

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