MATO GROSSO

PRESSÃO POPULAR

Flávia Moretti afirma que população pressionará Câmara pela concessão do DAE

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Sob os holofotes da crise no abastecimento de água e em meio a embates políticos, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que aposta na força da pressão popular para garantir a aprovação do projeto de concessão do Departamento de Água e Esgoto (DAE) na Câmara Municipal. Em entrevista à TV Vila Real, a gestora classificou o tema como um clamor da sociedade e disse acreditar que os vereadores não terão como ignorar a cobrança da população, mesmo diante das divergências políticas que marcam o Legislativo.

“Na hora que eu passar a bola para os vereadores, espero que a sociedade me ajude a cobrar esse posicionamento para que ande essa concessão dentro da Câmara”, declarou.

A declaração ocorre em um cenário de atritos entre Executivo e Legislativo. No ano passado, Flávia chegou a acusar parlamentares de atrapalharem a governabilidade ao travar projetos da Prefeitura, enquanto vereadores seguem fazendo críticas recorrentes à atual gestão. Ao comentar as resistências enfrentadas desde o início do mandato, a prefeita afirmou que conflitos fazem parte do processo democrático e minimizou as divergências.

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“Nem Jesus agradou a todos, eu também não preciso agradar a todos. Mas nessa pauta da água, acredito que todos vão caminhar comigo”, disse.

Mesmo com o histórico de confrontos, a prefeita afirmou não acreditar que a oposição irá se mobilizar contra a concessão do DAE e negou que os adversários sejam maioria no Legislativo municipal. Segundo ela, a base de apoio do governo vem sendo fortalecida dentro da Câmara.

“Estamos formando uma base bem sólida na Câmara. De qualquer maneira, vou contar com os Poderes e com a sociedade para me ajudar na aprovação desses projetos”, reforçou. A prefeita afirmou ainda que a concessão do DAE deve ocorrer ainda este ano, com leilão e licitação previstos entre julho e agosto. Após a concessão, haverá um período de transição com metas de investimento e gestão. Segundo Flávia, em até dois anos as regiões mais críticas já deverão apresentar melhorias na qualidade da água, desde que não haja atrasos na Câmara.

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