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Empate no clássico aprofunda crise do Santos e provoca protestos contra a diretoria na Vila

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Santos e São Paulo empataram por 1 a 1 na noite desta quarta-feira (4), na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, em um clássico marcado mais pelo clima de tensão do que pelo futebol. Zé Rafael abriu o placar para o Peixe nos acréscimos do primeiro tempo, mas Calleri garantiu o empate tricolor na etapa final, resultado que ampliou a sequência santista para sete jogos sem vitória na temporada.

O tropeço manteve o Santos na 15ª colocação, com apenas um ponto, e intensificou a pressão sobre a diretoria. Após o apito final, a torcida reagiu com vaias e gritos de “fora Marcelo Teixeira”, direcionados ao presidente do clube. Durante o primeiro tempo, a Torcida Jovem protestou em silêncio, exibindo faixas e cânticos no intervalo contra a direção e o executivo Alexandre Mattos, retomando o apoio apenas na segunda etapa.

Dentro de campo, o Santos começou melhor e quase marcou logo aos quatro minutos, em finalização de Gabigol defendida por Rafael. O São Paulo cresceu ao longo do primeiro tempo e criou boas chances, mas foi o Peixe que saiu na frente após chute de fora da área de Adonis Frías e rebote aproveitado por Zé Rafael, aos 49 minutos.

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No segundo tempo, o Tricolor reagiu rapidamente. Lucas Moura cruzou pela direita e Calleri cabeceou firme para empatar. O ritmo caiu após o gol, com o São Paulo administrando o resultado e o Santos mostrando pouca capacidade de reação, cenário que consolidou o empate e aprofundou o desconforto nas arquibancadas.

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