MATO GROSSO

Suspeito de mandar matar amigo alega abalo emocional e adia depoimento em MT

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A defesa de Gabriel Tacca, suspeito de mandar matar o próprio amigo, Ivan Bonotto, alegou abalo emocional e pediu que ele não fosse ouvido nesta terça-feira (15), logo após sua prisão temporária ser cumprida. A Polícia Civil confirmou que o depoimento dele e do suposto executor do crime, Danilo Guimarães, será colhido nos próximos dias.

O caso envolve ainda a médica Sabrina Iara de Mello, esposa de Gabriel, que admitiu ter apagado conteúdos do celular de Ivan enquanto ele estava internado na UTI, configurando fraude processual. Ela negou participação direta no homicídio, mas confirmou que teve um relacionamento com a vítima, fato que teria motivado o crime.

Ivan Bonotto foi esfaqueado no dia 22 de março na Distribuidora Tacca, em Sorriso, e morreu 22 dias depois no hospital. Inicialmente, Gabriel e Danilo alegaram se tratar de uma briga de bar, mas investigações apontaram que a vítima era amiga próxima do casal e que a versão foi forjada para ocultar o assassinato premeditado.

Com prisões temporárias decretadas por 30 dias, os suspeitos seguem sob investigação. A polícia agora trabalha na análise dos celulares apreendidos para concluir o inquérito. “Existe toda uma história fraudulenta por trás do crime”, disse o delegado Bruno França.

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