A operação Sodalitas Finis continua gerando impactos concretos no combate à criminalidade em Santa Catarina. Em nova decisão da 1ª Vara Criminal da Comarca de Chapecó, 38 integrantes de uma organização criminosa foram condenados. As penas, que variam de quatro a seis anos de reclusão em regime fechado, representam mais um avanço decisivo do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) no enfrentamento ao crime organizado.
A ação penal é resultado da terceira fase da Sodalitas Finis, deflagrada em 10 de abril de 2024. A investigação foi conduzida pela 2ª Promotoria de Justiça de Chapecó, com apoio do GAECO — Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas. A análise de mensagens encontradas em celulares apreendidos revelou detalhes sobre a hierarquia interna do grupo, sua estrutura de comando e a troca de informações entre detentos.
As provas reunidas demonstraram a participação ativa dos réus em diversos crimes, como tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e homicídios. Além disso, a decisão reconheceu conexões entre a facção catarinense e organizações criminosas de outros estados brasileiros.
MPSC e GAECO ampliam combate ao crime
Desde 2023, com a deflagração da primeira fase, a operação Sodalitas Finis já prendeu 172 pessoas. As fases seguintes ocorreram em fevereiro e abril de 2024 e, mais recentemente, em fevereiro de 2025. Em todas, foram apreendidas armas, munições, drogas como cocaína, crack e maconha, além de mais de R$ 600 mil em dinheiro vivo.
O nome Sodalitas Finis — que significa “fim do grupo” — simboliza a meta da força-tarefa: desmantelar as redes criminosas atuantes em cidades como Xaxim e Chapecó. A operação reforça o compromisso do MPSC e do GAECO em defender a sociedade catarinense com inteligência, articulação e resultados efetivos.

























