MATO GROSSO

Em 100 dias, vereador Rafael Ranalli lidera CPI e propõe leis contra apologia ao crime em Cuiabá

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O vereador Rafael Ranalli (PL), policial federal e bolsonarista, completou seus primeiros 100 dias de mandato na Câmara de Cuiabá marcando presença em debates importantes da nova legislatura. Ele foi o autor do requerimento que instaurou a CPI da CS Mobi, que investiga a parceria público-privada do estacionamento rotativo na capital. Uma reunião com a empresa e permissionários do Mercado Miguel Sutil será realizada nesta quinta-feira (10) para buscar melhorias no contrato.

Ranalli também teve seu primeiro projeto de lei sancionado, proibindo a contratação de artistas que façam apologia ao crime organizado, drogas ou sexualização inadequada para crianças. Outro projeto semelhante, que trata da emissão de licenças para eventos com artistas desse perfil, segue em tramitação.

O vereador homenageou 47 militares com moções de aplauso, entre elas, a policiais envolvidos na morte de um cúmplice da fuga do assassino do sargento Odenil Alves Pedroso, e à equipe do Bope que libertou reféns no Distrito da Guia. Segundo ele, o objetivo é valorizar os “verdadeiros heróis da sociedade”.

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Ranalli afirma que seu mandato é voltado à “população de bem” e ao combate à criminalidade. “Vamos continuar o trabalho, que apenas começou, mas já traz bons frutos para Cuiabá”, destacou.

Nos 100 dias de mandato, o vereador produziu 16 projetos de lei, um projeto de resolução, quatro projetos de decreto legislativo, 56 moções, 250 indicações e o requerimento que resultou na CPI da CS Mobi.

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