A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (27), a operação “Neurodivergente” para investigar irregularidades no uso de recursos públicos pela Associação de Diversidades Intelectuais (ADIN), em Tangará da Serra. Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos, além do bloqueio de contas e sequestro de bens dos suspeitos.
Durante as buscas, o presidente da entidade foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Em sua residência, os policiais encontraram um revólver, munições, além de documentos e equipamentos eletrônicos que podem auxiliar na investigação.
A apuração teve início em outubro, após denúncia anônima ao Ministério Público. A suspeita é de corrupção ativa, peculato, falsificação de documentos e organização criminosa. A entidade recebeu cerca de R$ 2 milhões da Prefeitura nos três primeiros meses do ano, e parte desse valor pode ter sido desviada.
O presidente foi levado à delegacia sem algemas e relatou dificuldades de locomoção. As investigações seguem para determinar o destino dos recursos e identificar outros possíveis envolvidos.































