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Mauro Mendes comemora venda dos vagões do VLT: “Oportunidade caiu do céu”

Governador disse que a assinatura do contrato acontecerá na próxima semana, em Brasília (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT)

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Thiago Novaes – RDMOnline

O Governador Mauro Mendes comemorou a venda dos vagões do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), por R$ 793,7 milhões, para o governo da Bahia. O acordo firmado entre os estados foi mediado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e deverá ser assinado na próxima semana em Brasília. Mauro agradeceu e afirmou que a oportunidade “caiu do céu”.

Mauro divulgou a notícia na manhã desta quinta-feira (20), durante a posse de novos secretários estaduais realizada no Palácio Paiguás.

“Nós temos que agradecer, eu agradeço a oportunidade que caiu do céu. Ficar demandando com aquela empresa, durante décadas na justiça, a mercê de algo que poderia acontecer daqui dez, vinte, trinta anos de sermos ressarcidos. Estamos vendendo. Ontem divulgamos algumas informações. Está prevista, para a próxima semana, a assinatura do contrato e aí vocês terão as informações definitivas”, afirmou.

Segundo o governador, a venda dos vagões é um “passo natural”, já que a troca de modal para o BRT (Bus Rapid Transit) foi decidida pelos órgãos competentes.

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“A venda do VLT é um passo natural, já que algum tempo atrás o governo decidiu, tomando todas as precauções necessárias, todos os cuidados, a troca de modal. A troca foi definida, aprovada pela Assembleia Legislativa, pelo conselho de todas as prefeituras da região metropolitana de Cuiabá e Várzea Grande. Já foi questionado em várias instâncias no Judiciário e perdeu. Então, ficar com a fila apodrecendo lá em Várzea Grande e a cada ano perdendo valor, seria algo extremamente ruim”, disse.

Mauro disse que a venda busca ressarcir os cofres públicos, garantindo que a quantia que será paga pelo Estado da Bahia é suficiente para custear todas as obras necessárias para a implementação do BRT. “É exatamente o que eu sempre busquei, ressarcir os cofres públicos. Nós vamos receber exatamente aquilo que pagamos, não usamos e está sendo devolvido, corrigido para o governo”.

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