Para alegria dos bolsonaristas, as intenções de voto em Jair Bolsonaro nas eleições deste ano seguem em alta e chegaram a 28%, aponta a pesquisa do Ipespe divulgada nesta sexta-feira (11). Bolsonaro subiu dois pontos em relação ao último levantamento, há duas semanas. A alta está dentro da margem de erro, de 3,2 pontos percentuais. O líder, Lula, se manteve em 43%.Em 45 dias, o crescimento do presidente aferido pelo Ipespe chega a 4%. No mesmo período, o ex-presidente Lula permaneceu estável, com 43% das intenções de voto.Com isso, a distância entre os dois principais candidatos nas eleições presidenciais de 2022 é de 15 pontos percentuais, a menor desde setembro do ano passado.
OUTRAS VIAS

Nesse cenário, Ciro Gomes e Sergio Moro estão empatados em terceiro lugar, com 8% cada. João Doria vem em quinto, com 3%. André Janones, Simone Tebet e Eduardo Leite vem aparecem em seguida, com 1% cada.O Ipespe fez mil entrevistas em todo o país entre 7 e 9 de março. Os números dizem respeito à pesquisa estimulada, quando os nomes são apresentados ao entrevistado.
MAIS PROBLEMAS
No entanto, o aumento dos combustíveis pode contaminar a campanha de Bolsonaro à reeleição e ainda tirar o sono do comitê de campanha de Bolsonaro. O Palácio do Planalto avisou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que, se a guerra na Ucrânia perdurar por mais um mês ou dois, a Economia terá de subsidiar o combustível para evitar que o consumidor siga “pagando a conta” do aumento do preço em ano eleitoral.A principal preocupação do governo, hoje, é com o custo eleitoral do aumento nos postos
Por isso, mesmo contra, Guedes precisou sinalizar publicamente que estuda o tema, se a guerra se prolongar. Na quinta-feira (11), ele admitiu que o governo estudará o subsídio mas disse que, por ora, as medidas aprovadas pelo Senado são suficientes para amortecer os preços.
DEU NA MÍDIA
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Com suspeitas de desvios de recursos de emendas parlamentares, três deputados federais do PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, são alvos de mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (11). Dentre o cumprimento da ordem, a Polícia Federal esteve em endereços ligados ao deputado Josimar de Maranhãozinho (PL-MA), flagrado com uma caixa de dinheiro. Os deputados Bosco Costa (PL-SE) e Pastor Gildenemir (PL-MA) também estão na mira.De acordo com as investigações, os suspeitos usariam um esquema de desvios articulado por Maranhãozinho, envolvendo empresas de fachada e dinheiro vivo. As buscas estão sendo realizadas nas residências dos parlamentares e em escritórios políticos nos estados, mas não ocorrem nos gabinetes na Câmara dos Deputados
DE NOVO
Fontes da coluna garantem que a reaproximação entre o ex-presidente Lula (PT) e a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) está emperrada por causa das mágoas do passado. Enquanto um espera que o outro dê o primeiro passo para reatar a relação, a possibilidade de os dois estarem juntos na eleição é considerada remota. O ex-presidente tem defendido o diálogo até com quem apoiou impeachment de Dilma Rousseff. A Rede está próxima de formalizar uma federação com o PSOL. E a tendência é que essa federação apoie Lula, mas a Rede pode dar autorização para que seus filiados declarem voto em outro candidatos. Marina, por exemplo, tem mais inclinação pelo presidenciável Ciro Gomes (PDT).
OS BLEFES DE NILSON LEITÃO

A coluna entrou em contato com dois ministros muitíssimos próximos do presidente Bolsonaro para confirmar a informação de que o Presidente Jair Bolsonaro estaria realmente abraçando a candidatura do NILSON LEITÃO,para o governo de Mato Grosso, conforme ampla divulgação providenciada por ele mesmo. nos principais veículos do Estado. As fontes negaram e disseram que ser candidato é um direito do ex-deputado, mas,ter apoio do presidente não existe nada disso e que tudo não passa de “jogo de cena e de mimimi do Leitao pra “dar uma de protegido do presidente” Nilson na foto aparece como de”papagaios de pirata”, fazendo pose lado de Bolsonaro para depois saír por aí…contando vantagens sobre o apoio, que na realidade nunca possuiu, A coluna lamenta que um político de Mato Grosso” venha “pagar um mico”desse tamanho…!!!
ARGUMENTO DE MAGGI
Exercendo grande influência na política mato-grossense, o ex-Governador MT e ex-ministro Blairo Maggi, observou que a candidatura do deputado Federal Neri Geller em concorrer a vaga no Senado Federal, não depende do governador Mauro Mendes,pois a candidatura de Neri já está confirmada e não tem como voltar atrás, porém é claro que se tiver apoio do governador tudo fica melhor”. Disse Maggi.Maggi aproveitou para colocar panos frios em uma disputa nos bastidores, entre Neri Geller e o Senador Wellington Fagundes (PL), ambos querem o apoio de Mauro Mendes, onde existe somente uma vaga. Além da disputa interna, o que se cogita é, caso. Mauro não apoie Wellington em sua reeleição como senador, o mesmo pode disputar cargo de governo, no intuito de fazer pressão pelo apoio do Paiaguás.“Acho difícil Mauro não sair candidato. Elefez e faz uma boa gestão, então deve entrar a disputa, eu que sou contra a reeleição acabei concorrendo uma reeleição, então ele tem toda liberdade para fazer oque acha melhor”, mas tem meu total apoio.
DATENA NO RADAR

O âncora do ‘Brasil Urgente’ é cortejado por três partidos. A popularidade na TV – ele gera média de 5 pontos no Ibope, cerca de 1 milhão de telespectadores somente na Grande São Paulo – é seu principal capital político.Após ensaiar candidatura à Prefeitura da capital em 2020, agora ele tem outros três cargos à vista. Foi convidado pelo PDT a ser vice na chapa de Ciro Gomes à Presidência da República.
ECONOMIA
A inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), teve alta de 1,01% em fevereiro.É a maior variação para o mês desde 2015, informou nesta sexta-feira (11) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).O resultado veio acima das expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam taxa de 0,95%.O avanço em fevereiro significa uma aceleração frente a janeiro. No primeiro mês deste ano, a alta havia sido de 0,54%.
Até fevereiro, o IPCA chegou a 10,54% no acumulado de 12 meses. Na divulgação anterior, até janeiro, o avanço era de 10,38% nessa base de comparação.O indicador, em dois dígitos, está distante da meta de inflação perseguida pelo BC (Banco Central). O centro da medida de referência neste ano é de 3,50%. O teto é de 5%.
















