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EM QUEDA

Petrobras anuncia redução de 5% na gasolina e de 5% no diesel

Estatal informa que os novos valores na refinaria entram em vigor na quarta-feira (9/9). Postos vão aguardar para ver se distribuidoras repassarão a queda para ajustar preço nas bombas

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Do CB | A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (9/9), mais um reajuste nos combustíveis. Segundo a estatal, a gasolina e o diesel S10 e S500 terão redução de 5% nos preços praticados pelas refinarias. O combustível Dmar (diesel marítimo) também terá queda de 5,2%. Os novos valores entram em vigor a partir de quarta-feira (9/9).

O impacto, linear em todas as praças, será de R$ 0,0922 por litro de diesel e de R$ 0,0884 por litro de gasolina. Porém, os postos aguardam pelo repasse das distribuidoras para reduzirem os preços nas bombas.

Na semana passada, a Petrobras anunciou redução de 3% na gasolina e de 6% no diesel, no entanto, não houve queda nos preços. Isso porque o período coincidiu com a recomposição da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do Distrito Federal, que é feito sempre nos dias 1º e 16 de cada mês.

Nesta semana, não há motivos para os postos não reduzirem os preços, por conta da base de cálculo, segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes do DF (Sindicombustíveis), Paulo Tavares. “Numericamente, o que podemos dizer é que os R$ 0,09 de impacto da gasolina deve ser de uma queda em torno de R$ 0,06 nas bombas. Mas precisamos saber se as distribuidoras vão repassar. Na última baixa, elas não repassaram tudo. Desta vez, podem ficar com parte para recompor suas margens”, explicou.

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Tavares disse que, na semana passada, houve coincidência com o reajuste da base de cálculo, que aumentou. “Uma coisa compensou a outra na semana passada. Agora, só teremos nova mudança no ICMS dia 16. Creio que terá nova alta, porque o preço médio dos combustíveis subiu em Brasília”, disse.

Contudo, segundo o presidente do Sindicombustíveis, o governo do Distrito Federal poderia compensar a população e não repassar. “Mas eu duvido, porque o GDF está com problema de caixa e mudar a base de cálculo é uma forma de aumentar a arrecadação”, estimou.

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