Realizado em Araçatuba, no interior de São Paulo, o deputado Arnaldo Jardim – vice-presidente da FPA e da Frenlogi, é um dos palestrantes do evento.
Por Humberto Azevedo
O 18º Congresso Nacional da Bioenergia, realizado entre esta terça-feira, 1º de julho, e quarta-feira, 2 de julho, em Araçatuba – no interior do estado de São Paulo, debate soluções inovadoras, tendências e os desafios estratégicos da transição energética no Brasil e no mundo nos próximos anos.
Representando a Frente Parlamentar de apoio à Agropecuária (FPA) e a Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que é vice-presidente de ambas as frentes, é um dos palestrantes do evento, que reúne os principais nomes do setor de energia renovável.
De acordo com Jardim, o papel de protagonismo do país na transição energética e o vínculo direto entre o crescimento do agronegócio, além da necessidade de investimentos logísticos, reforça a necessidade do Brasil de liderar esse processo e também a importância da logística para a competitividade do setor.
Jardim lembra que estes serão um dos temas mais discutidos na 30ª edição da Conferência sobre mudança no clima das Nações Unidas (COP-30), que acontecerá em Belém (PA) entre os dias 5 e 21 de novembro.
Com mais de 120 horas de programação estratégica, o 18º Congresso Nacional da Bioenergia é realizado no campus da Universidade Paulista (UNIP) e conta com mais de 250 participantes entre palestrantes, moderadores e debatedores, que também promove espaços de networking e incentivo a parcerias voltadas à pesquisa, desenvolvimento e inovação na cadeia da bioenergia.
“É muito importante o 18º Congresso Nacional da Bioenergia, pois consolida aquilo que o Brasil tem realizado – e o Brasil será líder dos biocombustíveis no cenário internacional. Com a COP30 se aproximando, é um momento oportuno para discutirmos essa pauta e mostrarmos ao mundo a referência que temos aqui”, avalia Arnaldo Jardim.
“O crescimento do agro, que se constata aqui em um congresso tão vibrante como este em Araçatuba, dialoga diretamente com a logística. A Frenlogi tem orgulho de integrar esse debate estratégico. O Plano Nacional de Logística precisa considerar o papel do agro e ampliar a integração de modais – hidrovia, ferrovia, rodovias – para garantir o escoamento eficiente da produção. Logística e agro andam juntas, sincronizadas para gerar competitividade ao Brasil”, concluiu.
Com informações de assessoria.



























