A determinação foi proferida na terça-feira (13).
Albano e outros quatro conselheiros – Antônio Joaquim, Sérgio Ricardo, Waldir Teis e José Carlos Novelli – foram afastados de seus cargos em setembro de 2017 pela acusação de receberem propina na gestão do ex-governador Silval Barbosa.
Em agosto, a segunda da turma do STF concedeu habeas corpus a Albano permitindo que ele retornasse ao cargo.
Na determinação, ficou definido que o eventual retorno dos outros quatro conselheiros seria apreciado apenas após análise do pedido de trancamento da ação.
Com a homologação da desistência, a análise dos pedidos de extensão de retorno ao cargo interpostos pelos conselheiros deve ser mais célere.
Os pedidos serão analisados pelo ministro relator do caso, Ricardo Lewandowski.
Os conselheiros são suspeitos de receber R$ 53 milhões em propina do ex-governador Silval Barbosa para, em troca, dar pareceres favoráveis às contas do político e não colocar entraves no andamento das obras da Copa do Mundo de 2014.


















