MATO GROSSO

"MANOBRA NECESSÁRIA"

Senadores de Mato Grosso assinam pedido humanitário e pressionam STF por prisão domiciliar de Bolsonaro

publicidade

publicidade

A mobilização em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ganhou novos contornos em Brasília e passou a contar oficialmente com o apoio da bancada de Mato Grosso no Senado. Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União) assinaram o pedido de prisão domiciliar humanitária, reforçando a pressão política e jurídica que será levada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

O documento, que já reúne a assinatura de 41 parlamentares, sustenta que a manutenção de Bolsonaro no regime fechado representa risco iminente à sua integridade física. A estratégia é liderada pelo senador Wilder Morais (PL-GO) e ganhou força após episódios recentes envolvendo a saúde do ex-presidente, que está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, desde novembro de 2024, depois do rompimento da tornozeleira eletrônica.

 

A participação dos senadores mato-grossenses ganhou destaque após Jayme Campos usar as redes sociais para rebater acusações de omissão. O parlamentar classificou as publicações como “fake news” e divulgou o comprovante de sua assinatura no pedido, registrada na última sexta-feira (9). Em tom incisivo, afirmou: “Contra fatos não existem argumentos”.

Leia Também:  Reginaldo Teixeira é escalado para assumir Educação em meio a pressão por obras no secretariado municipal

 

O movimento se intensificou após um acidente ocorrido na cela na última semana, quando Bolsonaro teria passado mal durante o sono, sofrido uma queda e batido a cabeça em um móvel. No texto que será protocolado no STF, os aliados alegam urgência para “preservar a existência” do ex-presidente, defendendo que a dignidade humana deve prevalecer sobre disputas políticas e classificando a atual detenção como uma injustiça.

 

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade