MATO GROSSO

FLAGRADO PELAS CÂMERAS

Reyvan foi visto na UFMT antes do feminicídio; veja vídeo

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As câmeras de segurança da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) registraram cenas decisivas para a investigação do brutal crime contra Solange Aparecida Sobrinho, de 30 anos. No dia 23 de julho, por volta das 9h42, Reyvan da Silva Carvalho, também de 30, aparece caminhando tranquilamente pelo campus, usando camiseta, calça jeans, chinelo branco e carregando uma mochila vermelha e preta. Cerca de uma hora e meia depois, Solange seria vista pela última vez.

 

As imagens, agora em poder da Polícia Civil, voltam a flagrar Reyvan às 14h30, desta vez próximo à cafeteria da Faculdade de Engenharia. Dias depois, ele acabaria preso, acusado de estupro e feminicídio, em um caso que choca pela frieza e pela sequência de registros que ajudam a montar o quebra-cabeça do crime.

 

Momentos depois, Solange surge usando blusa vermelha, bermuda jeans, sandálias e uma bandana clara, enquanto carrega uma bolsa. Às 16h, ela atravessa o mesmo ponto onde Reyvan havia sido visto horas antes.

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Em seguida, por volta das 16h07, a câmera registra a jovem entrando por uma passagem de terra estreita e isolada, caminho que leva diretamente ao local onde seu corpo seria encontrado na manhã seguinte. Cada detalhe do vídeo reforça a dramaticidade dos últimos passos da vítima antes do desfecho trágico.

 

Relembre o caso 

O corpo de Solange foi encontrado por funcionários da UFMT na manhã de 24 de julho, próximo à Casa do Estudante Universitário. Ela havia sido estuprada e morta por asfixia mecânica. O DNA colhido no local foi compatível com Reyvan e ligado a outras três vítimas de estupro, entre elas uma grávida e outra assassinada após o abuso. Embora não fosse estudante ou servidora, Solange costumava frequentar o campus da UFMT e também a Univag, em Várzea Grande, por motivos ainda desconhecidos.

 

Durante a prisão efetuada no campus, o delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá ( DHPP), declarou que Reyvan utilizava o espaço como um “reduto do crime” e ressaltou que o DNA coletado não deixa margem para dúvidas sobre sua autoria.

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Veja vídeo:

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