O desespero tomou conta de uma família em Juína na noite de sexta-feira (1º de maio), quando um recém-nascido de apenas 20 dias começou a se engasgar e parou de respirar. Em poucos instantes, a situação se transformou em uma emergência dramática, onde cada segundo fazia diferença entre a vida e a morte.
Sem saber a quem recorrer, o pai da criança, Rafael Alves Braga, correu em busca de ajuda e encontrou uma equipe da Rotam que estava próxima ao quartel da Força Tática. Em estado de pânico, ele relatou que o filho não respirava, mobilizando imediatamente os policiais.
A equipe estava na cidade para dar continuidade à Operação Território Livre, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), quando foi surpreendida pelo pedido de socorro. Diante da urgência, os militares agiram sem hesitar.
A capitã da Polícia Militar, Vivianne, assumiu a situação e iniciou rapidamente a manobra de desobstrução das vias aéreas, conhecida como manobra de Heimlich. O procedimento foi realizado ali mesmo, sob tensão e olhares apreensivos.
Foram segundos que pareceram intermináveis até que o bebê reagiu e voltou a respirar. O momento trouxe alívio imediato e evitou uma tragédia que parecia iminente.
Mesmo após o salvamento, a equipe seguiu com os cuidados necessários e encaminhou a criança à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Juína, garantindo atendimento médico especializado.
Na unidade, o recém-nascido chegou com os sinais vitais restabelecidos, passou por avaliação e permaneceu em observação, apresentando bom estado de saúde. A mãe, Bruna Priscila de Oliveira, acompanhou todo o atendimento. A ação rápida dos policiais foi decisiva para transformar o desespero em um final feliz.
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