CENTRO-OESTE

Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
R$ 1,29 bilhão já devolvido

“Quem roubou tem que devolver”, afirma Wellington Fagundes

Com a oposição no comando da CPMI do INSS, Wellington Fagundes acredita que o colegiado atuará com independência. (Foto: Saulo Cruz / Agência Senado)

publicidade

Pré-candidato ao governo de Mato Grosso e favorito para suceder o atual governador Mauro Mendes, o senador bolsonarista acredita que a CPMI do INSS ajudará para saber quem foram os que roubaram de aposentados e pensionistas.

 

Por Humberto Azevedo

 

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) acredita que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga os desvios ocorridos nas aposentadorias e pensões de milhares de beneficiários do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) ajudará saber quem são aqueles que “roubaram” de aposentados e pensionistas, a partir de 2017 na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB).

 

Pré-candidato ao governo de Mato Grosso e favorito para suceder o atual governador Mauro Mendes, Fagundes viu com otimismo a referida CPMI do INSS passar a ser comandada por parlamentares oposicionistas ao governo do presidente Lula. Segundo ele, o resultado representou uma rara derrota do governo no Congresso e abre caminho para recuperar o dinheiro desviado de aposentados e pensionistas.

 

Na última sexta-feira, 12 de setembro, o governo federal informou já ter devolvido R$ 1,29 bilhão a aposentados e pensionistas que tiveram descontos associativos indevidos em seus benefícios. Desde o início destas devoluções, em 24 de julho, mais de 2,3 milhões de pessoas já aderiram ao acordo de ressarcimento, o que corresponde a cerca de sete em cada dez beneficiários que tiveram descontos em seus benefícios sem autorização.

Leia Também:  Operação da PM intensificará policiamento em locais com mais registros de crimes em todo Estado

 

A CPMI do INSS está sendo presidida pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG). Já o relator é o deputado bolsonarista Alfredo Gaspar (União Brasil-AL). Com este comando, Wellington Fagundes destacou que o objetivo da comissão vai além da apuração e terá papel fundamental “em evitar que sindicatos, empresas e grupos criminosos voltem a agir de forma predatória contra aposentados”.

 

“Como líder do bloco Vanguarda, meu papel foi indicar os membros do nosso bloco e, com certeza, estarão firmes para buscar de volta os recursos que desviaram dos nossos aposentados. Conseguimos aqui dobrar o jogo, conseguimos vencer o governo. Uma das vezes mais raras, porque o governo tem a maioria, mas vencemos”, afirmou Fagundes.

 

“Não vamos apenas recuperar os recursos desviados, mas também propor uma legislação que dê segurança aos nossos aposentados e impeça que, no futuro, a Previdência seja quebrada. Não aceitamos que o governo queira tapar o rombo com o próprio dinheiro dos aposentados. Quem roubou é quem deve devolver”, ressaltou o senador

 

Leia Também:  Comissão aprova ampliação para 180 dias do prazo para transferência de domicílio eleitoral

“Nosso dever é proteger quem trabalhou a vida inteira e hoje depende desse benefício. A CPMI vai dar respostas e trazer tranquilidade aos aposentados brasileiros”, finalizou.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade