Com o cenário eleitoral de 2026 começando a ganhar forma nos bastidores, o prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Thiago Almeida (União), em entrevista ao RDM online, nesta terça-feira (28), o gestor intensificou o discurso de entregas e articulação política como marca da sua administração. Ao avaliar o momento do município, ele adota um tom otimista e afirma que a cidade vive uma fase de transformação, podendo ser definida, nas palavras dele, como um verdadeiro “canteiro de obras”. A declaração vem acompanhada de uma série de ações que a administração busca consolidar como vitrine do mandato.
Em uma análise mais abrangente das suas ações, o prefeito deixa claro que nada disso acontece por acaso. Ele atribui os avanços à forte articulação política construída ao longo do mandato. Entre idas e vindas a Cuiabá e Brasília, reuniões com deputados e ministros, ele diz que aprendeu que, para uma cidade pequena, bater de porta em porta ainda é o caminho mais eficiente para garantir investimentos.
“Para um município como o nosso, não dá para ficar esperando. A gente precisa ir atrás, bater na porta, conversar, construir parceria. É assim que os recursos chegam e que a gente consegue tirar as obras do papel”, afirmou o prefeito, ao destacar a rotina de viagens e reuniões em busca de investimentos.
“Hoje Livramento vive um novo momento. Você anda pela cidade e vê obra acontecendo em vários pontos. Isso é resultado de muito trabalho, de articulação e de compromisso com a população, porque a gente sabe que não pode prometer e não cumprir”, completou.
E essa estratégia, ao que tudo indica, vem dando resultado. Obras de infraestrutura, construção de escola modelo, creche, pavimentação de bairros e revitalização de espaços públicos estão entre os projetos citados. Em diferentes pontos da cidade, o cenário é de máquinas trabalhando e equipes espalhadas, o que reforça a imagem de transformação que a gestão tenta consolidar.
Thiago também destaca que essa conexão com lideranças políticas tem sido essencial para destravar recursos que o município sozinho não conseguiria. Ele reforça que, sem essa ponte com o Estado e o governo federal, seria praticamente impossível executar tantas ações ao mesmo tempo, principalmente diante das limitações orçamentárias típicas de cidades do interior.
Mesmo com o tom positivo, o prefeito reconhece que o desafio é grande. Fazer mais com menos, segundo ele, é a realidade diária da administração. Ainda assim, aposta na continuidade desse modelo de gestão baseado em articulação e presença política para manter o ritmo de crescimento e não deixar os projetos pararem no meio do caminho.
Outro ponto que ele faz questão de frisar é que as obras não são apenas números ou promessas, mas mudanças concretas na vida da população. Seja na melhoria das ruas, no acesso à educação ou nos espaços de lazer, a ideia, segundo ele, é garantir que o desenvolvimento chegue de fato até quem mora na cidade.
Com esse discurso, o prefeito tenta consolidar a imagem de uma gestão ativa e presente, que corre atrás de recursos e entrega resultados — um ativo político que pode ganhar ainda mais peso no tabuleiro eleitoral que se aproxima. E, pelo menos por enquanto, a narrativa é clara: Livramento está em movimento — e, se depender da prefeitura, as obras devem continuar sendo a principal vitrine dessa fase.



























