MATO GROSSO

Novo desembargador do TJMT defende Justiça mais humana

Foto: Reprodução da internet

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Sob aplausos e clima de emoção, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) recebeu nesta segunda-feira (10) seu mais novo integrante, o desembargador Ricardo Gomes de Almeida. Em seu discurso de posse, o magistrado ressaltou que pretende honrar o cargo com uma atuação baseada na sensibilidade, na escuta e na busca pela paz social, reafirmando o compromisso de fazer da Justiça um espaço de equilíbrio e humanidade.

O novo desembargador destacou que sua atuação será guiada pelo ideal de uma “Justiça pacificadora”, capaz de ir além das sentenças para reconstruir relações humanas e promover a harmonia social.

“Acredito profundamente na Justiça que restaura, que cura feridas e devolve a paz”, afirmou. Visivelmente comovido, agradeceu à família pelo apoio em sua trajetória. Almeida foi escolhido pelo quinto constitucional da OAB-MT, indicado pelo governador Mauro Mendes (União Brasil) para a vaga deixada pelo desembargador Luiz Ferreira da Silva.

Ricardo Gomes ressaltou ainda que o quinto constitucional cumpre um papel vital na renovação dos tribunais, ao aproximar o Judiciário das demandas reais da sociedade. Segundo ele, o mecanismo “é uma das mais nobres pontes de diálogo institucional da República” e deve ser valorizado por trazer “o olhar de quem ouviu diariamente as vozes da sociedade”.

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O magistrado também defendeu uma Justiça mais humana e resolutiva, sustentada pelo diálogo e pela empatia. Para Almeida, a pacificação social nasce da escuta e da busca por consenso, por meio de ferramentas como a conciliação, a mediação e as práticas restaurativas — métodos que, segundo ele, constroem soluções duradouras e justas para todos os envolvidos.

Ao final do discurso, Ricardo Gomes destacou que sua trajetória no Tribunal de Justiça será guiada por três pilares fundamentais: independência, humanidade e prudência. Ele reafirmou o compromisso com a imparcialidade e a fidelidade à Constituição, ressaltando que cada decisão deve refletir equilíbrio, preparo e respeito às vidas que estão por trás dos processos.

Com tom emocionado e firme, Almeida prometeu atuar com seriedade e respeito às responsabilidades do cargo, defendendo um Judiciário mais acessível, eficiente e voltado à pacificação social. Segundo ele, a verdadeira Justiça se constrói com consciência, serenidade e empatia — princípios que pretende levar para cada julgamento.

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