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MPSC firma aditivo a TAC com Surfland para garantir ressarcimento a consumidores em Garopaba

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Novo acordo prevê início dos pagamentos em outubro de 2026 após descumprimento de prazos

 

O Ministério Público de Santa Catarina firmou, nesta terça-feira (29), um termo aditivo ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado com a empresa Surfland, em Garopaba, com o objetivo de viabilizar o ressarcimento de consumidores prejudicados pelo atraso na entrega do empreendimento.

O TAC original, assinado em outubro de 2025, previa que os compradores que optassem pela rescisão contratual receberiam a devolução integral dos valores pagos até março de 2026. No entanto, durante o acompanhamento do cumprimento do acordo, o MPSC constatou que a empresa não conseguiu honrar os prazos estabelecidos inicialmente.

Diante disso, foi necessário revisar as condições do acordo. Com o novo aditivo, ficou definido que os pagamentos terão início em outubro de 2026 e serão realizados de forma parcelada, em até 12 vezes. O montante total a ser ressarcido está estimado em aproximadamente R$ 16,8 milhões.

Empreendimento e impacto para consumidores

O caso envolve compradores que adquiriram unidades no complexo Surfland, empreendimento voltado ao turismo e lazer, que ganhou visibilidade em Santa Catarina pela proposta inovadora, mas enfrentou dificuldades no cronograma de execução.

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Segundo o Ministério Público, o objetivo do TAC e de seu aditivo é garantir segurança jurídica aos consumidores e estabelecer um cronograma viável para a devolução dos valores, evitando prejuízos ainda maiores.

Fiscalização e possibilidade de novas medidas

O MPSC informou que continuará acompanhando o cumprimento do acordo e não descarta a adoção de novas medidas caso os termos definidos não sejam respeitados.

Especialistas em direito do consumidor destacam que o TAC é um instrumento utilizado para evitar judicialização em massa, permitindo que empresas regularizem pendências sob supervisão do Ministério Público, ao mesmo tempo em que assegura direitos aos compradores.

Histórico de atrasos no setor

Casos de atraso na entrega de empreendimentos imobiliários têm se tornado mais frequentes nos últimos anos, especialmente após oscilações econômicas e aumento nos custos de construção. Em Santa Catarina, o tema tem gerado atenção de órgãos de fiscalização e do próprio mercado, devido ao impacto direto sobre consumidores e investidores.

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