MATO GROSSO

Câmara reage a pedido de impeachment contra Abílio Brunini

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O requerimento protocolado por Robinson Cireia e Léo Rondon, ambos do PT, pedindo a instauração de uma Comissão Processante contra o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), foi recebido com forte resistência no parlamento municipal. A base governista classificou a iniciativa como “ato político” e “mera provocação” da oposição.

“O PT quer um terceiro turno. É apenas cortina de fumaça, querem provocar porque não se conformam com a varrida que levaram nas eleições de 2024”, afirmou o líder do governo na Casa, vereador Dilemário Alencar (União). A presidente da Câmara, Paula Calil (PL), disse ainda não ter lido o pedido, mas que ele seguirá os trâmites legais uma vez protocolado.

O pedido de impeachment alega que Brunini feriu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) ao expor estudantes durante um vídeo gravado em evento na Escola Estadual Alice Fontes, no qual o prefeito debocha da resposta errada de uma criança. “Isso é inaceitável”, declarou Robinson, que é professor. Já Léo Rondon acusou o gestor de promover um “linchamento público” contra os menores.

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Apesar das acusações, vereadores como Daniel Monteiro (Republicanos) e Michelle Alencar (União Brasil) duvidam da viabilidade jurídica do pedido. “Não tem chance nenhuma de prosperar”, disse Monteiro, que integra a Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Casa. Michelle foi direta: “É um ato político”.

A base aliada do prefeito sinaliza que o pedido não deve avançar no plenário. No entanto, o protocolo deve ser analisado formalmente nas próximas semanas.

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