O padrasto flagrado agredindo o enteado de 1 ano e 6 meses, em Palhoça, na Grande Florianópolis, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva durante audiência de custódia realizada na quarta-feira (1º). O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) também informou que investiga se as agressões podem ser enquadradas como crime de tortura. O caso tramita em segredo de Justiça.
As agressões ocorreram na terça-feira (30), no bairro Jardim Eldorado, e foram registradas por pessoas que passavam pelo local. As imagens mostram o homem atingindo a cabeça da criança com um celular e puxando o menino pelos cabelos. A Polícia Civil informou que o suspeito foi indiciado por maus-tratos e que o auto de prisão em flagrante já foi encaminhado ao Ministério Público.
Segundo o Conselho Tutelar, a criança está em segurança e afastada do agressor. A mãe do menino, de 19 anos e grávida de seis meses, havia saído do carro por cerca de 15 minutos para atender um cliente, já que trabalha com revenda de joias. Ela afirmou ter ficado em choque ao assistir às imagens. “Eu nunca tinha visto isso. Não tem justificativa para bater numa criança de 1 ano e 6 meses daquele jeito”, declarou.
A Polícia Militar foi acionada por moradores que presenciaram as agressões. Testemunhas relataram que o bebê ficou em estado de choque, e os policiais constataram marcas de ferimentos no rosto da criança. O suspeito foi preso em flagrante, algemado e encaminhado à delegacia, onde os vídeos das agressões foram apresentados às autoridades.




















