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Bastidores do poder

Coluna de notas apuradas diretamente dos bastidores da Câmara dos Deputados, Ministérios, Palácio do Planalto, Procuradoria-Geral da República, Senado Federal, Supremo Tribunal Federal e demais tribunais superiores.

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Pedido de investigação

As investigações devem rastrear a origem dos recursos e sua eventual destinação a estruturas nos EUA. (Foto: Foto: Maiara Folly / Secom-MRE)

A missão parlamentar brasileira formada por governistas em Washington solicitou a a congressistas democratas dos Estados Unidos (EUA) uma investigação sobre uma possível lavagem de dinheiro em território norte-americano envolvendo recursos do Banco Master. O documento foi entregue pelos deputados André Janones (Rede-MG), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Pedro Campos (PSB-PE) e Pedro Uczai (PT-SC).

 

Conexão com PCC

Os parlamentares afirmam que os recursos podem ter conexão com investigações envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC) – grupo criminoso que atua no Brasil e que foi classificado pelo governo dos EUA como movimento terrorista – e que teria beneficiado agentes políticos ligados à família do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. 

 

Conexão com PCC 2

O pedido também investiga relações financeiras entre Banco Master, Daniel Vorcaro, fundos da Reag Investimentos e estruturas citadas na Operação Carbono Oculto, ligada ao PCC. A presença do PCC na origem dos recursos tornaria indispensável o rastreamento internacional.

 

Rota suspeita

A rota sob suspeita envolve pedido de valores pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Planalto, ao ex-banqueiro do liquidado Banco Master, Daniel Vorcaro, pela circulação dos recursos destinados a uma produtora vinculada a um projeto audiovisual de interesse político do clã Bolsonaro. Vorcaro se encontra em prisão preventiva, na sede da PF em São Paulo (SP).

 

Dinheiro do Horse Dark

O documento entregue pelos governistas aos parlamentares do Partido Democrata cita possível utilização de um escritório de advocacia, um conta bancária e um fundo nos EUA com benefício direto ou indireto ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Os parlamentares querem saber onde estão os R$ 61 milhões solicitados por Flávio a Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Messias Bolsonaro.

 

Cooperação bilateral

Os deputados defendem cooperação bilateral sem transferência para órgãos de inteligência, para evitar interferência política nas apurações de lavagem de dinheiro. O rombo estimado do escândalo financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro é de R$ 52 bilhões ao sistema financeiro do Brasil.

 

Delação do ex-BRB em andamento

A colaboração de Paulo Henrique Costa pode cravar o nome de Ibaneis dentre os citados no escândalo. As investigações miram a fracassada tentativa de compra do Banco Master pelo BRB. (Foto: Joédson Alves / Agência Brasil)

Preso há quase um mês no complexo penitenciário da Papuda, o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, está redigindo uma proposta de delação premiada. O objetivo é mitigar a sua condenação por atuar como braço operacional de Daniel Vorcaro na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB.

 

Trunfos para fechar a delação

Costa foi preso em abril por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Ele é considerado um dos principais suspeitos do esquema, com provas robustas de corrupção. O ex-presidente do BRB acredita ter dois trunfos importantes para fechar o acordo.

 

Ibaneis seria um dos alvos

Costa afirma possuir um grande acervo de documentos que poderia levar a polícia aos beneficiários finais do dinheiro desviado na operação bilionária. Também teria provas que comprometeriam de forma irrefutável algumas autoridades. O principal alvo citado por Costa é o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

 

Esquema com Vorcaro

Mensagens apreendidas demonstram a parceria entre Paulo Henrique Costa e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso preventivamente no âmbito do caso do Banco Master. Costa está em cela separada dos demais detentos na Papuda e a delação pode trazer à tona novos desdobramentos na investigação.

 

Luxemburgo no TFFF

O pequeno país europeu em dimensão territorial, Luxemburgo, mas considerado um “paraíso fiscal” aderiu ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), iniciativa brasileira lançada na COP-30, com aporte de R$ 300 milhões (50 milhões de euros) entre 2026 e 2030. (Foto: Divulgação / TFFF). (Foto: Divulgação / TFFF)

Luxemburgo aderiu ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, sigla em inglês) e anunciou aporte de 50 milhões de euros (R$ 300 milhões) entre 2026 e 2030. O braço financeiro do mecanismo, chamado Fundo de Investimento para Florestas Tropicais (TFIF), será sediado em Luxemburgo.

 

Financiamento climático

O anúncio foi feito na última sexta-feira, 5 de junho, durante os Dias Internacionais de Financiamento Climático, com participação do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira. O país também pretende manter a contribuição anual de longo prazo a partir de 2030. O apoio reforça a coalizão internacional pela preservação das florestas tropicais.

 

Compromisso histórico

O ministro do Meio Ambiente, Clima e Biodiversidade de Luxemburgo, Serge Wilmes, destacou que a contribuição virá do Fundo para o Clima e Energia de Luxemburgo. O país se junta a Brasil, Noruega, Alemanha, Indonésia, França e Fundação Minderoo como apoiadores da iniciativa.

 

Multilateralismo como solução

Mauro Vieira afirmou que o TFFF demonstra que o multilateralismo pode oferecer soluções inovadoras para desafios globais. O fundo reúne países do Norte e do Sul global em torno de um objetivo comum: valorizar florestas tropicais em pé. A iniciativa foi proposta pelo Brasil e lançada oficialmente durante a 30ª edição da Conferência sobre mudanças no clima das Nações Unidas (COP-30), em Belém.

 

Florestas e comunidades

O TFFF utiliza mercados de capitais para gerar financiamento previsível e de longo prazo para conservação florestal. Pelo menos 20% dos recursos pagos pelas florestas serão destinados a Povos Indígenas e Comunidades Locais. O mecanismo reconhece esses grupos como os mais eficazes guardiões dos ecossistemas. Luxemburgo tem compromisso histórico com finanças sustentáveis.

 

Calor extremo

Cemaden prevê “Super El Niño” no segundo semestre de 2026 com ventos fortes, possibilidades de tornados e chuva acima da média na parte centro-sul do país e escassez hídrica e risco de incêndios em áreas rurais e florestais no centro-norte do Brasil. (Foto: Alex Ferro / Secom-COP-30)

Levantamento com 53 cidades brasileiras do Mutirão Contra o Calor Extremo mostra que 93% dos gestores reconhecem o calor como risco relevante, e 68% o colocam entre os três maiores desafios locais. No entanto, a maioria ainda se encontra em estágios iniciais de planejamento, com respostas fragmentadas e capacidade limitada de implementação.

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Diagnóstico inicial

Apenas 42% dispõem de sistemas de informações geográficas (SIG) para mapear riscos. Entre 2000 e 2020, ondas de calor causaram cerca de 50 mil mortes apenas em regiões metropolitanas brasileiras. Globalmente, o calor extremo já provoca aproximadamente meio milhão de mortes por ano.

 

Sem integração de dados

As iniciativas atuais concentram-se majoritariamente em infraestrutura verde (77% das cidades), como arborização e áreas sombreadas, mas ainda são raras políticas integradas baseadas em dados.

 

Planos de ação incipientes

Cerca de 66% das cidades não iniciaram ou estão apenas começando seus planos de ação, e 75% não utilizam dados de forma estruturada na tomada de decisão. A falta de recursos financeiros e a carência de equipes especializadas são os principais entraves. Atualmente, 85% dos municípios dependem de recursos externos para implementar medidas. Apenas 21% ou menos incorporam estratégias de resfriamento passivo em edificações.

 

Ações urgentes

O Mutirão Contra o Calor Extremo, criado em 2025 e liderado pela presidência da COP-30 e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), reúne mais de 250 cidades no mundo (105 no Brasil). O Rio de Janeiro se consolida como referência internacional com seu Protocolo de Calor.

 

Super El Ninho

Nos próximos 12 a 18 meses, 51% das cidades planejam desenvolver políticas municipais completas, e as ações podem beneficiar cerca de sete milhões de pessoas. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) alerta para a possível formação de um “Super El Niño” na segunda metade de 2026, intensificando as ondas de calor.

 

Visita técnica na Embrapa Solos

Encontro e visita técnica das COP30 e COP31 na Embrapa Solos destacou cooperação e promoveu intercâmbio sobre ciência, inovação e sistemas alimentares resilientes, fortalecendo a agenda climática global. (Foto: Divulgação / Instituto Clima e Sociedade)

A presidência da COP-30 promoveu uma visita técnica à sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Solos no Rio de Janeiro, em parceria com o Instituto Clima e Sociedade.

 

Presença da COP-31

Participaram representantes da presidência da COP-31, exercida pela Turquia, órgãos governamentais e especialistas. A delegação turca incluiu Mehmet Yener e Ömer Öztürk, das pastas de Agricultura e Meio Ambiente. O objetivo foi fortalecer a cooperação entre as duas presidências na agenda climática. 

 

AgriZone e soluções

Os participantes conheceram a AgriZone, espaço criado pela Embrapa para a COP-30 com demonstrações práticas de transformação agroalimentar. O modelo articula biodiversidade, tecnologias agrícolas e experiências culturais, conectando ciência, produtores e comunidades.

 

Plano de Aceleração de Soluções

Bruna Cerqueira, coordenadora-geral da Agenda de Ação da COP30, destacou que a iniciativa deu visibilidade a soluções existentes. Essas soluções foram transformadas em Planos de Aceleração de Soluções (PAS) para ganhar escala. A COP-31 terá foco em segurança alimentar, resiliência hídrica, juventude e liderança feminina.

 

Intercâmbio alimentar

A iniciativa proporcionou intercâmbio sobre transformação de sistemas alimentares e adaptação climática. Representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) apresentaram os Planos de Aceleração RAIZ para recuperação de áreas degradadas e TERRA voltado para a agroecologia e agroflorestas, lançados na COP-30.

 

Fortalecimento das cooperativas

As discussões evidenciaram a necessidade de coordenação entre políticas públicas, financiamento e assistência técnica. Entre os instrumentos estão o fortalecimento de cooperativas, ampliação da extensão rural e desenvolvimento de ferramentas financeiras para transição ecológica.

 

Inovação e cidadania

A operação está prevista para começar em 1º de julho. O projeto usará 10 megawatts (MW) de energia própria da cana-de-açúcar e 1280 equipamentos.  (Foto: Saul Schramm / Secom-Gov-MS)

O governo de Mato Grosso do Sul MS firmou parceria inédita com google para usar a inteligência artificial (IA) “Gemini” nas escolas estaduais.  A iniciativa integra o programa “Raízes do Futuro”, que beneficiará 190 mil estudantes e capacitará 5 mil professores.

 

Parceria com Google

As ferramentas a serem utilizadas pelos estudantes da rede de ensino estadual incluem o “Google Workspace for Education”, que visa ampliar o acesso à tecnologia.

 

Cep rural

O programa cria ainda o Código de Endereçamento Postal (CEP) Rural para dar endereço digital a propriedades rurais, ampliando a cidadania. A meta é gerar CEP para as mais de 24 mil propriedades rurais até o final do ano, com integração territorial, beneficiando o setor produtivo em rotas e entregas, além de acesso a serviços urbanos.

 

Bitcoin sustentável

A Adecoagro, empresa multinacional que atua na produção de energia renovável e biocombustível, construirá um data center no município de Ivinhema – distante 248 quilômetros (km) de Campo Grande – para atuar na “mineração” de Bitcoin com energia limpa.

 

Novo anel rodoviário de BH seguro

Duas novas áreas de escape serão construídas nos quilômetros 540 e 539. A área de escape existente já evitou 20 potenciais acidentes graves desde agosto de 2022. (Foto: Divulgação / PMBH)

Há um ano sob gestão da prefeitura de Belo Horizonte, o novo anel rodoviário da região metropolitana da capital mineira registrou redução de 19,8% nos acidentes de trânsito entre janeiro e abril de 2026, com o sinistros com vítimas caindo 29,6%, passando de 206 para 145 casos no mesmo período.

 

Resultados positivos

Foram implantados 22 pontos de controle eletrônico de velocidade em fevereiro de 2026, com base em estudos técnicos. Mais de 120 mil veículos trafegam diariamente na via, monitorados por 50 câmeras de videomonitoramento. O prefeito Álvaro Damião (União Brasil) destacou que o principal objetivo é salvar vidas.

 

Obras e manutenção

Equipes de limpeza recolheram mais de 1,6 mil toneladas de lixo no trecho municipalizado de 22,4 quilômetros. Foram executadas mais de 700 operações tapa-buracos e 10 quilômetros de recapeamento. A PBH investe R$ 32,6 milhões em obras de readequação viária na interseção com a Via Expressa, com conclusão prevista para o segundo semestre de 2027.

 

Sinalização e fiscalização

Foram instaladas 94 placas de regulamentação entre junho de 2025 e maio de 2026, padronizando limites de velocidade e proibindo veículos pesados na faixa da esquerda. A Guarda Civil Municipal atua 24 horas por dia, com 176 agentes capacitados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

 

Ocorrências

No período, a Guarda atendeu 191 ocorrências, sendo 115 acidentes de trânsito. A municipalização completou um ano em 3 de junho de 2026, consolidando melhorias na mobilidade e infraestrutura. 

 

TCE-RR 35 anos

O foco da nova sede é garantir a eficiência, acessibilidade, sustentabilidade e inovação tecnológica. A conclusão está prevista para o ano de 2030. (Foto: Divulgação / TCE-RR)

O Tribunal de Contas de Roraima (TCE-RR) completou 35 anos no último 31 de maio de 2025. Criado logo após a transformação de Roraima em estado, o órgão consolidou a fiscalização dos recursos públicos.

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Modernização

A Corte passou por modernização administrativa com a implantação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e uso de inteligência artificial. Servidores recebem capacitação em IA generativa para relatórios e auditorias.

 

Fiscalização

O TCE-RR ampliou sua atuação preventiva com a Escola de Contas e o programa Transição Responsável. As Fiscalizações Ordenadas realizam vistorias sem aviso prévio em saúde, polícia e escolas.

 

Combate a violência infantil

O Tribunal induz políticas públicas para primeira infância, educação e acessibilidade. Sob a coordenação da conselheira Cilene Salomão, o colegiado atua no combate a violência sexual infantil.

 

Apoio à ciência

Já com a conselheira Simone Souza, que coordena o Programa Ciência e Gestão pela Educação (PCGE) e criou Comissão de Acessibilidade, o TCE-RR firmou parceria com o Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCM-RJ).

 

Nova sede

Como parte das comemorações, foi apresentado o projeto da nova sede com 12 mil metros quadrados. A obra, projetada pela servidora Luciany Bantim, reunirá estrutura atualmente distribuída em quatro prédios.

 

Selos e proteção

A proposta visa facilitar a identificação visual para consumidores com restrições alimentares, garantindo mais segurança e praticidade na escolha de opções compatíveis com suas necessidades. (Foto: Reprodução / Internet)

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou na última terça-feira, 2 de junho, o projeto que institui selos de identificação para alimentos prontos sem glúten e sem lactose. A medida é facultativa para bares, restaurantes e lanchonetes, que poderão exibir os selos em cardápios e redes sociais.

 

Selos alimentares

O objetivo é facilitar a escolha de pessoas com restrições alimentares ou doenças celíacas. O deputado Jutay Meneses (Republicanos) destacou que a padronização amplia a segurança do consumidor. A proposta também serve como publicidade positiva para os estabelecimentos que aderirem.

 

Infância e violência

Foi aprovado ainda na ALPB o projeto que prevê multas para quem promover erotização de crianças até 12 anos em espaços públicos ou privados. A deputada Francisca Motta (Republicanos) afirmou que a exposição deliberada a situações de sensualização viola a proteção integral do ECA.

 

Atendimento psicológico

Outra proposta, do deputado Chió (Rede), assegura atendimento psicológico, jurídico e de saúde a estudantes do ensino superior vítimas de violência sexual. A lei garante abono de faltas, gratuidade em provas de segunda chamada e medidas para evitar evasão acadêmica. O objetivo é oferecer suporte integral e incentivar a continuidade dos estudos.

 

Saúde e pagamentos

O Programa Estadual de Saúde Sensorial Escolar (PROSSE) foi criado para realizar testes anuais de acuidade visual e auditiva em alunos do 1º e 6º anos do Fundamental e 1º ano do Médio na rede pública. O deputado Wilson Filho argumentou que dificuldades de aprendizagem podem estar ligadas a problemas sensoriais não diagnosticados.

 

Centro de acolhimento

Centro garantirá proteção às mulheres e seus dependentes em situação de risco. (Foto: Ederson Nunes / CMPA)

Tramita na Câmara Municipal de Porto Alegre projeto de lei do vereador Jonas Reis (PT) que institui o Centro de Referência de Proteção e Acolhimento a Mulheres e Crianças vítimas de violência doméstica.

 

Casa violeta

O centro ficará localizado na Rua Cabral, 621, Bairro Rio Branco, antiga Casa Violeta, onde oferecerá atendimento psicológico, social, orientação jurídica e encaminhamento a serviços de saúde e assistência social.

 

Proteção às mulheres

O objetivo é garantir proteção a mulheres e dependentes em situação de risco. O autor afirma que a reativação do prédio simboliza compromisso institucional com o enfrentamento à violência de gênero.

 

Plantio de erva-mate

Também tramita na Câmara da capital gaúcha o projeto da vereadora Fernanda Barth (PL) que determina o plantio de exemplares de erva-mate em praças e parques públicos. A iniciativa busca valorizar a flora nativa regional, promover a identidade cultural gaúcha e a educação ambiental.

 

Identidade gaúcha

Cada exemplar será acompanhado de placa informativa com nome científico, características e relevância cultural. Se aprovado e sancionado, o Executivo municipal terá seis meses para elaborar um plano de implantação. A vereadora afirma que a erva-mate é um elemento vivo da identidade gaúcha, hoje praticamente invisível nos espaços urbanos.

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