Aos poucos mais de um ano das eleições de 2026, cresce a cobrança sobre deputados federais e senadores de Mato Grosso. O que a bancada entregou após quase quatro anos de mandato?
Com a corrida eleitoral se aproximando, prefeitos, vereadores e lideranças políticas começam a fazer uma espécie de prestação de contas da bancada federal mato-grossense. A principal pergunta é simples: o que os parlamentares prometeram durante a campanha e o que realmente entregaram à população?
Durante as eleições, os discursos foram marcados por promessas de investimentos em rodovias, saúde, educação, segurança pública e apoio ao agronegócio. Agora, o foco está nos resultados concretos, especialmente nos municípios que ajudaram a eleger deputados e senadores.
O senador Wellington Fagundes costuma destacar recursos destinados para obras de infraestrutura e investimentos na saúde. Aliados afirmam que ele manteve forte presença no interior e ajudou a destravar projetos importantes. Já críticos apontam que algumas obras anunciadas ainda aguardam conclusão.
O senador licenciado Carlos Fávaro, atualmente no Ministério da Agricultura, também aparece entre os parlamentares mais lembrados. Seus apoiadores citam avanços para o agronegócio e a agricultura familiar. Já adversários questionam se os benefícios chegaram de forma efetiva a todas as regiões do estado.
Na Câmara Federal, José Medeiros segue atuando em pautas ligadas ao conservadorismo e à oposição ao governo federal. Enquanto apoiadores elogiam a fidelidade ao discurso de campanha, críticos afirmam que faltam entregas mais visíveis para os municípios.
O deputado Coronel Assis continua defendendo bandeiras ligadas à segurança pública. Apesar da atuação no tema, lideranças regionais cobram mais investimentos e resultados concretos para as cidades do interior.
Já Emanuelzinho costuma destacar a destinação de emendas para obras e projetos em diversas áreas. Seus aliados afirmam que ele está entre os parlamentares que mais enviaram recursos para Mato Grosso. O desafio, segundo analistas, é transformar esses investimentos em maior presença política junto à população.
Nos bastidores, prefeitos já avaliam quem ajudou os municípios e quem ficou distante das bases. A liberação de recursos, a visita às cidades e o acompanhamento das demandas locais devem pesar na definição dos apoios para 2026.
A tendência é que a próxima eleição seja marcada menos pelas promessas e mais pelos resultados. E a pergunta que deve acompanhar cada integrante da bancada federal será direta: entregou o que prometeu ou ficou devendo ao eleitor mato-grossense?































