Em meio ao xadrez político que começa a se desenhar em Mato Grosso, o pré-candidato ao Governo do Estado Wellington Fagundes resolveu subir o tom e mandar um recado direto aos bastidores: não aceita imposições nem acordos fechados longe da população. A fala veio em entrevista à imprensa nesta semana carregada de críticas à tentativa de unificar candidaturas, movimento que, segundo ele, enfraquece a democracia.
“Há muito tempo eles estão aqui batendo na mesma tecla, querem ter candidatura única no Estado. Isso não é democracia. Eles querem impor as ideias próprias e não dialogar com a população”, disparou. Na sequência, defendeu um cenário mais aberto: “Eu penso que quanto mais candidato tiver, melhor. Aí o eleitor terá condições, de forma muito clara, poder escolher aquele que melhor está se apresentando”.
Para Fagundes, a campanha eleitoral precisa ser um momento de exposição real dos candidatos, onde propostas, intenções e compromissos sejam colocados à prova diante da sociedade. Ele reforça que o protagonismo deve ser do eleitor, e não de articulações restritas entre lideranças.
“Eu acho que a campanha eleitoral é o momento de cada um mostrar o seu coração, mostrar os seus projetos. E o eleitor é que vai decidir. Por que essa ganância de querer ser sozinho? Não. Vamos promover que várias candidaturas existam”, afirmou, em tom crítico.
Ao ampliar o discurso para o cenário nacional, o pré-candidato citou o alinhamento com o ex-presidente Jair Bolsonaro e destacou que o PL já tem diretrizes bem definidas. “A posição do presidente Bolsonaro é muito clara. O projeto é Flávio Bolsonaro presidente. Aqui no Mato Grosso também não há dúvidas que o candidato a governador é Wellington Fagundes e o candidato ao Senado é José Medeiros. As alianças, vamos discutir mais à frente”, concluiu.






























