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Privacidade violada: Avallone defende Wilson Santos após polêmica em relatório da CGE

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A atuação da Controladoria Geral do Estado (CGE) foi colocada em xeque durante sabatina na Assembleia Legislativa, quando o deputado Carlos Avallone (PSDB) questionou o uso de dados e critérios adotados em um relatório que cita 14 deputados em suposto desvio de emendas parlamentares.

Avallone pediu uma apuração mais rigorosa sobre a forma como a CGE reuniu e apresentou os dados no relatório, questionando se o órgão ultrapassou suas atribuições ao incluir informações de redes sociais de deputados. Ele destacou o caso de Wilson Santos (PSD), que teve sua privacidade invadida, provocando reação na Assembleia.

 “O deputado Wilson Santos deixou muito claro, mostrou a revolta dele com esse fato. Foi invadida a rede social dele. Tenho certeza que algumas providências serão tomadas sim. Ele é muito comprometido com a transparência, principalmente quando envolve o nome dele, eu tenho certeza que ele vai tomar providências. Para que isso ao final tenha consequência”, reforçou.

Ele ainda afirmou que, segundo Wilson Santos, a investigação foi a mais agressiva já vista em seus cinco mandatos. Ele também criticou o relatório da CGE por, segundo ele, distorceu os fatos. “O relatório existe, mas não cita meu nome. Não tem emenda minha de R$ 10 milhões. Não tem 25 mil kits. Como que uma delegada ou uma Decora pega essa informação e coloca num relatório? Eu quero saber”, questionou.

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Avallone também minimizou a suposta denúncia feita por Pivetta, afirmando que é dever do agente público encaminhá-la, mas alertou que enviá-la a órgãos sem competência pode ser um erro. “A Controladoria faz a investigação. Agora, se isso é encaminhado inadequadamente para uma delegacia que não pode investigar deputado, aí começa a ter problema”, finalizou.

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