MATO GROSSO

Governo reconhece falhas em obra no Portão do Inferno e intensifica crise com Assembleia Legislativa

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A crise envolvendo as obras no Portão do Inferno, em Chapada dos Guimarães, ganhou um novo capítulo após o governador Mauro Mendes (União) admitir falhas no projeto. A declaração acirrou os ânimos na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), onde deputados cobraram explicações e criticaram a condução do problema, considerado um dos mais sensíveis da gestão estadual.

“Nós precisamos de uma solução, realmente não pode ficar do jeito que está. Cuiabano gosta de ir a Chapada, o Festival de Inverno está chegando e a gente fica triste de saber que essa obra não está perto de ser concluída”, afirmou o presidente da AL, deputado Max Russi (PSB).

Indagado sobre a adoção do retaludamento como método preventivo, o parlamentar evitou juízos de valor, mas reconheceu que a decisão não foi acertada e que houve falhas por parte do governo e da equipe técnica.

“O governo errou, os técnicos erraram, a forma como foi feita não foi adequada. Nós esperamos uma solução rápida, não podemos demorar mais. Da mesma forma que o problema de Chapada é o problema do BRT, considero acertado o fracionamento das licitações. Chapada também exige uma solução”, afirmou o deputado.

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A declaração do presidente da Assembleia reforçou as críticas de deputados estaduais ao projeto de contenção no Portão do Inferno, cuja viabilidade técnica foi colocada em dúvida pelo próprio governador na última terça-feira (24). De acordo com dados da Sinfra, a obra já demandou cerca de R$ 10 milhões e atingiu apenas 26% de execução. Especialistas e ambientalistas também levantaram questionamentos sobre a escolha do retaludamento, considerada inadequada pelo setor técnico.

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