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Vereadora pedirá afastamento de presidente da Comissão de Ética

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Por Khayo Ribeiro, Gazeta Digital 

Vereadora por Cuiabá Edna Sampaio (PT) afirmou que irá pedir o afastamento do presidente da Comissão de Ética da Câmara de Cuiabá, vereador Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania). Apontamento foi dado após vazamento de decreto que adianta a perda de mandato da parlamentar mesmo sem a finalização do processo de investigação que apura suposta prática de “rachadinha” pela petista.

À imprensa, na manhã desta terça-feira (19), a vereadora apontou que o presidente da Comissão de Ética é suspeito para acompanhar o caso, uma vez que Rodrigo seria inimigo público da parlamentar. Para a petista, a condução do processo tem diversos vícios e a divulgação do decreto demonstra a fragilidade da investigação em curso.

“Eu não posso admitir que presidindo a Comissão de Ética tenha uma pessoa que não tem isenção para poder encaminhar os trabalhos e fazer a produção de provas. Se forem provas a favor, se forem provas contra, não importa. O que tem que ser feito é que não seja uma perseguição política a mim”, disse.

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“O que é isso aqui? É um picadeiro? Um palco para que as pessoas possam ver que uma sessão está sendo feita para massacrar uma vereadora, uma mulher negra, a primeira a chegar neste espaço?”, acrescentou.

Conforme noticiado pela reportagem, decreto veio à tona após ser encaminhado ao advogado da vereadora. No documento, que tem as assinaturas dos membros da Comissão de Ética, consta a decretação da perda de mandato eletivo por parte da parlamentar. Sem data fechada, o decreto estava previsto para o mês de agosto. Contudo, o caso passou por desdobramentos e o curso da apuração foi prolongado.

Vereadora é alvo de investigação da Comissão de Ética por supostamente usar de forma indevida verba indenizatória de sua ex-chefe de gabinete, Laura Abreu. Com a publicidade do caso, Câmara instalou a comissão para apurar a conduta da parlamentar. Nas vésperas da finalização do processo, Edna conseguiu na Justiça com que a investigação fosse suspensa. Posteriormente, Judiciário determinou que testemunhas da petista sejam ouvidas.

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